Tudo esta parado por falta de recursos financeiro esta aberto para investidores para todos os países ... Com os Projetos EAS e possível evoluir sem destruir .
ACORDA BRASIL MUDA .
ANTES QUE SEJA TARDE DEMAIS .
ORDEM E PROGRESSO .
BRASIL NO SEU DIA A DIA .
Com os Projetos EAS e possível evoluir sem destruir o meio ambiente .
ANTES QUE SEJA TARDE DEMAIS .
ORDEM E PROGRESSO .
BRASIL NO SEU DIA A DIA .
Com os Projetos EAS e possível evoluir sem destruir o meio ambiente .
Compartilhando com todos os amigos .
FONTE DE INFORMAÇÃO .
23/07/2016 08h33 - Atualizado em 23/07/2016 08h33
Empresários prestam depoimento ao Gaeco sobre fraudes na Educação
Oitivas de investigados na Operação Rêmora teve início nesta 6ª em MT.
Apontado como líder de esquema, ex-secretário depõe na próxima semana
Do G1 MT
Dois empresários prestaram depoimento ao Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco) na sexta-feira (22). Eles são suspeitos de participarem no esquema de fraudes em licitações de obras e reformas de escolas estaduais em 2015. Os empresários são investigados na segunda fase da Operação Rêmora, denominada 'Locus Delicti', que foi deflagrada pelo Gaeco na última quarta-feira (20).
A primeira fase da operação foi deflagrada em maio deste ano. Na ocasião, as investigações apontavam irregularidades em licitações de pelo menos 23 obras de reforma e construção de escolas públicas, que totalizavam mais de R$ 56 milhões. De acordo com o Gaeco, organizados em cartel, os investigados distribuíam entre si as licitações.
saiba mais
- Ex-secretário de MT preso era líder de esquema na Educação, diz Gaeco
- Ex-secretário de Educação é preso pelo Gaeco durante operação em MT
- Vinte e dois são denunciados por cartel em obras de escolas em MT
- Contratos de R$ 20,7 milhões alvos de operação em MT são suspensos
- Gaeco faz operação contra fraudes em licitações na Educação de MT
O primeiro a ser ouvido pelo Gaeco foi o empresário Luis Fernando da Costa Rondon, apontado pelo Ministério Público como um dos coordenadores da reunião onde as licitações das obras teriam sido leiloadas. A reunião foi gravada por um empresário convidado a participar do esquema. Ele denunciou tudo para o Gaeco em outubro de 2015.
O segundo a entrar na sede do Gaeco para prestar depoimento foi o empresário Ricardo Augusto Sguarezi,que também foi convidado a participar da reunião. Ele afirmou ao Gaeco, em maio deste ano, que também denunciou a reunião ao ex-secretário Permínio Pinto, que teria dito a ele apenas que iria tomar providências. A reportagem tentou, mas os empresários se recusaram a dar entrevistas.
As oitivas da segunda fase da operação seguem ao longo da semana que vem, na sede do Gaeco, sendo encerradas na próxima quarta-feira (27), quando será ouvido o ex-secretário de Estado de Educação (Seduc), Permínio Pinto Filho, preso na quarta-feira (20). O ex-secretário é apontado pelo Gaeco como líder do esquema. O G1 não localizou a defesa do ex-secretário.
Na primeira fase da operação, Permínio teve o nome citado em gravações de conversas dos suspeitos de integrarem a quadrilha, mas, até então, não havia indícios da participação dele nos supostos crimes.
Operação Rêmora
Durante a primeira fase da operação, quatro pessoas tiveram os mandados de prisão decretados pela Justiça: os ex-servidores da Seduc, Fábio Frigeri, Moisés da Silva e Wander Luiz dos Reis; e o empresário Giovani Guizardi, dono da construtora Dínamo, apontado como a pessoa responsável por arrecadar a propina paga pelos empreiteiros.
Durante a primeira fase da operação, quatro pessoas tiveram os mandados de prisão decretados pela Justiça: os ex-servidores da Seduc, Fábio Frigeri, Moisés da Silva e Wander Luiz dos Reis; e o empresário Giovani Guizardi, dono da construtora Dínamo, apontado como a pessoa responsável por arrecadar a propina paga pelos empreiteiros.
Uma dia após a operação ser deflagrada, Permínio Pinto foi afastado do cargo e, atualmente, quem se encontra à frente da Seduc é o secretário Marco Marrafon.
Ao todo, 22 pessoas foram denunciadas pelo MPE suspeitas de participarem do esquema de fraudes em licitações, entre empresários do ramo da construção e servidores públicos. Eles respondem pelos crimes de constituição de organização criminosa, formação de cartel, corrupção passiva e fraude em licitação.
tópicos:
veja também
-
12/02/2016
-
14/12/2015
-
22/07/2016
-
21/07/2016
0 件のコメント:
コメントを投稿