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2016年7月9日土曜日

Jair Bolsonaro reforça frase polêmica: 'o erro foi torturar e não matar'

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BRASIL NO SEU DIA A DIA .

Com os Projetos EAS e possível evoluir sem destruir o meio ambiente .

Compartilhando com todos os amigos .

FONTE DE INFORMAÇÃO .

PORTAL WEB7

Jair Bolsonaro reforça frase polêmica: 'o erro foi torturar e não matar'




Sempre polêmico, Bolsonaro (PSC-RJ) foi o convidado de hoje (08) no Programa Pânico na Jovem Pan. Alcançando uma audiência recorde em sua transmissão pela internet, o programa abordou vários temas polêmicos nos quais o nome do deputado está envolvido. 

Questionado se já aconteceu de se arrepender do que fala, ele foi curto e grosso na resposta, declarando não se arrepender das coisas que fala, além de destacar estar mais preparado que Lula e Dilma Rousseff para assumir o Brasil em 2018. "Na mesma sala estou eu, Lula e Dilma. Aplica-se a prova do ENEM. Se eu não tiver uma nota maior que eles, então não estou preparado", disse ironicamente.


Quando abordado sobre a Ditadura Militar, Bolsonaro defendeu: "Naquela época existiam grandes debatedores. O período de 64 foi pintado errado pelo PT. Quem tem dúvida, pergunte para o vovô. E veja como o Brasil era naquela época e compare com hoje em dia", analisou. Questionado por Marina Mantega sobre antigas afirmações, Bolsonaro reafirmou uma de suas frases mais polêmicas “o erro da Ditadura foi torturar e não matar" e revelou que não se arrepende das coisas que fala.

Quase sempre envolvido em polêmicas sobre homofobia, o parlamentar fez questão de enfatizar que não tem problemas com isso. Apenas defende a educação sexual dentro de casa. Embora esse seja o discurso, ele preferiu não responder sobre como seria seu tratamento caso tivesse um filho gay.


Tido como extremista quando o assunto é estupro, Bolsonaro é adepto da castração química e do endurecimento das penas. Segundo o parlamentar, a política dos Direitos Humanos é tida como um "coitadismo". Ao ser questionado sobre se a castração química seria uma prática retrógrada e medieval, o parlamentar rebateu: "pergunte à estuprada qual a opinião dela".


Por (1news.com.br)

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