2016年8月11日木曜日

Banco do Brasil tem queda de 18% no lucro do 2º trimestre

PROJETOS EAS GERAÇÃO DE ENERGIA AUTO SUSTENTÁVEL .
Tudo esta parado por falta de recursos financeiro esta aberto para investidores para todos os países  ... Com os Projetos EAS e possível evoluir sem destruir .

ACORDA BRASIL MUDA .

ANTES QUE SEJA TARDE DEMAIS .
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ORDEM E PROGRESSO .

BRASIL NO SEU DIA A DIA .

Com os Projetos EAS e possível evoluir sem destruir o meio ambiente .

Compartilhando com todos os amigos .


Marco Marques .
Bom dia para todos os amigos .
E chato ser repetitivo mas e preciso  o Brasil através do governo federal vem ignorando a existência dos Projetos EAS causando grandes prejuízos para mim e para o meio ambiente .
Em um mercado dominado pelo poder e pela falta de inteligencia dos nossos governantes o pais continua insistindo nas construções das represas para as hidrelétricas causando grandes impactos ambientais .
Na contra partida o IBAMA órgão responsável pela preservação do meio ambiente no Brasil recusou a liberação de mais uma represa não concedeu a licença ambiental .
todos os Projetos EAS Geração de Energia Auto Sustentável esta em aberto para para parcerias ou investidores .
SEJAM INTELIGENTES .


FONTE DE INFORMAÇÃO .

G1 globo.com

ÉPOCA NEGÓCIOS .

Banco do Brasil tem queda de 18% no lucro do 2º trimestre

Banco cortou a projeção para o crescimento de sua carteira de crédito ampliada neste ano
11/08/2016 - 07H43 - ATUALIZADA ÀS 15H27 - POR REUTERS E ESTADÃO CONTEÚDO
Sede do Banco do Brasil (BB) em Brasília (Foto: Reprodução/Facebook)






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O Banco do Brasil anunciou nesta quinta-feira (11/08) queda de 18% no lucro líquido do segundo trimestre, a R$ 2,465 bilhões, em resultado com aumento de provisões para perdas com crédito e revisão de projeções para o ano.
Na base ajustada, o lucro do maior banco do país em ativos somou R$ 1,8 bilhão no período, uma queda de 40,8% sobre o segundo trimestre de 2015.
O banco cortou a projeção para o crescimento de sua carteira de crédito ampliada neste ano para o intervalo de queda de 2% a alta de 1%. A previsão anterior era de expansão entre 3% e 6%.
Já a expectativa para a margem financeira bruta passou de 7%  a 11% para 11% a 15%.
Rentabilidade 
O presidente do Banco do Brasil, Paulo Caffarelli, reafirmou que a instituição retomará o nível de rentabilidade compatível ao de seus pares privados. Ao final de junho, o retorno (RSPL) ficou em 7,7% ante 14,2% em um ano e 5,6% em março. De acordo com Caffarelli, a melhora do retorno do BB será possível com a entrega de melhores margens, aumento de receitas de serviços, corte "forte" de despesas, busca "constante de eficiência" e gestão "rígida e pró-ativa" de capital.

"O BB reúne todas as condições, gestão e capacidade técnica para atingir rentabilidade compatível à que se espera do maior banco do Brasil", afirmou o executivo, em sua primeira coletiva de imprensa como presidente. "Esse é um ponto absolutamente crucial, um ponto da minha gestão e dos meus pares do conselho diretor", acrescentou.Ele reafirmou ainda que o banco atuará como coordenador do incentivo à infraestrutura, mas que são necessárias regras claras para atrair capital, principalmente, do investidor externo para o pipeline de operações existente no País. 
O presidente do BB lembrou ainda que a instituição aumentou seu índice de capital principal pelo quarto trimestre consecutivo. "Estamos totalmente confiantes de que atingiremos 9,5% de capital principal no início de 2019, acima das novas regras de Basileia 3", acrescentou.Ao final de junho, o capital principal do BB estava em 8,4% ante 8,3% em março. Em um ano, estava em 8,7%.O Banco do Brasil encerrou nesta quinta-feira a temporada de balanços dos grandes bancos ao reportar lucro líquido ajustado de R$ 1,801 bilhão no segundo trimestre, montante 40,8% menor que o registrado um ano antes, de R$ 3,040 bilhões. Na comparação com os três meses anteriores, quando totalizou R$ 1,286 bilhão, o resultado foi 40,0% maior.

O lucro líquido do BB, considerando eventos extraordinários, totalizou R$ 2,465 bilhões de abril a junho, retração de 18,05% na comparação com 12 meses, quando o resultado ficou em R$ 3,008 bilhões. Em relação aos três meses anteriores, de R$ 2,359 bilhões, cresceu 4,49%.Dentre os eventos não recorrentes no segundo trimestre ante um ano, o BB cita, em relatório que acompanha suas demonstrações financeiras, R$ 618 milhões por efeitos fiscais e PLR sobre itens extraordinários, R$ 259 milhões em provisão extraordinária com demandas contingentes e R$ 185 milhões por conta de planos econômicos. Na contramão, o BB reverteu R$ 1,209 bilhão em provisão adicional. 
Operação internacional 
O Banco do Brasil não pretende aumentar sua operação internacional, mas também não pretende reduzi-la a despeito da possibilidade de se desfazer de sua fatia no argentino Patagonia, segundo o presidente do BB, Paulo Caffarelli. "Diante do cenário desafiador, o foco é capital e rentabilizar o BB no Brasil", afirmou.

De acordo com ele, o banco tem participação adequada no exterior. "Quem sabe no futuro, possamos voltar a pensar em ser um banco com mais exposição no exterior", concluiu.Segundo Caffarelli, único movimento de comercialização de ativos que o Banco do Brasil fez até o momento foi justamente a avaliação da venda de sua fatia no argentino Patagonia. "Se tivermos oportunidades de olhar venda de ativos, vamos olhar, mas não consideramos vender ativos core que gerem receita, atrapalhando a geração futura de resultado", explicou.

Sobre o Patagonia, Caffarelli não quis mencionar se já contratou um assessor financeiro para a operação. Conforme informou o Broadcast (serviço de notícias em tempo real do Grupo Estado), o BB contatou o JPMorgan.O presidente do BB disse ainda que o banco não conta com aporte do governo para reforçar o seu capital. 
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