2016年8月17日水曜日

Bumlai alega ter sido o ‘trouxa perfeito do PT

PROJETOS EAS GERAÇÃO DE ENERGIA AUTO SUSTENTÁVEL .
Tudo esta parado por falta de recursos financeiro esta aberto para investidores para todos os países  ... Com os Projetos EAS e possível evoluir sem destruir .

ACORDA BRASIL MUDA .

ANTES QUE SEJA TARDE DEMAIS .
Resultado de imagem para bandeira do brasil
                                                                                     
ORDEM E PROGRESSO .

BRASIL NO SEU DIA A DIA .

Com os Projetos EAS e possível evoluir sem destruir o meio ambiente .

Compartilhando com todos os amigos .


Marco Marques .
Bom dia para todos os amigos .
E chato ser repetitivo mas e preciso  o Brasil através do governo federal vem ignorando a existência dos Projetos EAS causando grandes prejuízos para mim e para o meio ambiente .
Em um mercado dominado pelo poder e pela falta de inteligencia dos nossos governantes o pais continua insistindo nas construções das represas para as hidrelétricas causando grandes impactos ambientais .
Na contra partida o IBAMA órgão responsável pela preservação do meio ambiente no Brasil recusou a liberação de mais uma represa não concedeu a licença ambiental .
todos os Projetos EAS Geração de Energia Auto Sustentável esta em aberto para para parcerias ou investidores .
SEJAM INTELIGENTES .

FONTE DE INFORMAÇÃO 

G1 globo.com

ÉPOCA NEGÓCIOS .

Bumlai alega ter sido o ‘trouxa perfeito do PT’

Nas alegações finais apresentadas por sua defesa, pecuarista afirma ter sido o "trouxa perfeito do PT" para viabilizar o empréstimo de R$ 12 milhões que captou no Banco Schahin, em outubro de 2004
14/08/2016 - 10H00 - ATUALIZADA ÀS 10H00 - POR ESTADÃO CONTEÚDO
Pecuarista e empresário José Carlos Bumlai (Foto: Valter Campanato/Agência Brasil)
Nas alegações finais apresentadas anteontem por sua defesa ao juizSérgio Moro, o pecuarista José Carlos Bumlai afirma ter sido o "trouxa perfeito do PT" para viabilizar o empréstimo de R$ 12 milhões que captou no Banco Schahin, em outubro de 2004. O dinheiro, segundo o próprio pecuarista, foi destinado ao PT.
Segundo a Lava Jato, em troca da operação financeira, o Grupo Schahin foi favorecido por um contrato de US$ 1,6 bilhão sem licitação com a Petrobrás, em 2009, para operar o navio sonda Vitória 10.000.

As alegações finais foram apresentadas na ação penal em que Bumlai é réu por corrupção, lavagem de dinheiro e gestão fraudulenta de instituição financeira. A defesa do pecuarista diz que ele "sabe ter cometido um grave equívoco, que redundou na acusação, tem consciência de seus atos e de muitos deles se arrepende".

Amigo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Bumlai foi preso em novembro de 2015 na Operação Passe Livre, desdobramento da Lava Jato. Debilitado por um câncer na bexiga e problemas cardíacos, o pecuarista, de 71 anos, foi autorizado em março deste ano a cumprir prisão domiciliar e fazer tratamento em casa. Na quinta-feira passada, porém, o juiz da Lava Jato determinou que o pecuarista volte para a prisão em regime fechado.

No documento de 70 páginas, a defesa de Bumlai pede a Moro que devolva a ele a liberdade. Seus advogados relatam que no caso envolvendo o empréstimo no Banco Schahin, "o PT precisava de dinheiro para, entre outras providências, quitar dívidas da campanha da prefeitura de Campinas".

Eles citam o que chamam de interesse da instituição financeira em se aproximar do governo federal e do PT "para se beneficiar de novas oportunidades de negócios".

"Nesse contexto, como esclareceu Bumlai, o empréstimo já estava totalmente aprovado e só precisava de um trouxa pra assinar e ficar responsável por ele. E o trouxa escolhido foi José Carlos Bumlai que, além de ser conhecido de todos os envolvidos, era adimplente e amigo do presidente Lula. Eis o trouxa perfeito!"

"Na contramão do que tem sido comum nos processos envolvendo a força-tarefa da Lava Jato", Bumlai "não é lobista, não é empreiteiro, não é político e tampouco se beneficiou de contratos milionários com o governo federal", afirma o documento.

"Bumlai errou e arrepende-se imensamente. Afinal, cometeu falsidades documentais que possibilitaram a irrigação ilícita de recursos ao Partido dos Trabalhadores, sucedida, posteriormente e à sua total revelia, de uma compensação de favores escusa entre esta agremiação partidária e o Grupo Schahin em negociações com a Petrobrás. Mas, a César o que é de César!", diz do texto dos advogados.

Nas alegações finais, os advogados de Bumlai argumentam ainda que apesar de não ter assinado nenhum acordo de colaboração premiada, o pecuarista "confessou voluntária e espontaneamente suas condutas, auxiliando efetivamente para o deslinde não só das investigações que redundaram nesta ação penal".

O Estado não localizou nenhum representante do PT para comentar as declarações da defesa de Bumlai. A reportagem também não conseguiu contato com representantes do Schahin.
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