Tudo esta parado por falta de recursos financeiro esta aberto para investidores para todos os países ... Com os Projetos EAS e possível evoluir sem destruir .
ACORDA BRASIL MUDA .
ANTES QUE SEJA TARDE DEMAIS .
ORDEM E PROGRESSO .
BRASIL NO SEU DIA A DIA .
Com os Projetos EAS e possível evoluir sem destruir o meio ambiente .
ANTES QUE SEJA TARDE DEMAIS .
ORDEM E PROGRESSO .
BRASIL NO SEU DIA A DIA .
Com os Projetos EAS e possível evoluir sem destruir o meio ambiente .
Compartilhando com todos os amigos .
Marco Marques .
E chato ser repetitivo mas e preciso o Brasil através do governo federal vem ignorando a existência dos Projetos EAS causando grandes prejuízos para mim e para o meio ambiente .
Em um mercado dominado pelo poder e pela falta de inteligencia dos nossos governantes o pais continua insistindo nas construções das represas para as hidrelétricas causando grandes impactos ambientais .
Na contra partida o IBAMA órgão responsável pela preservação do meio ambiente no Brasil recusou a liberação de mais uma represa não concedeu a licença ambiental .
todos os Projetos EAS Geração de Energia Auto Sustentável esta em aberto para para parcerias ou investidores .
SEJAM INTELIGENTES .
FONTE DE INFORMAÇÃO
ÉPOCA NEGÓCIOS .
Desemprego cresce em todas as regiões do país e vai a 11,3% no segundo trimestre
No Sudeste, taxa avançou de 8,3% para 11,7%
17/08/2016 - 09H40 - ATUALIZADA ÀS 10H28 - POR AGÊNCIA O GLOBO
Ataxa de desocupação subiu em todas as grandes regiões do país no segundo trimestre do ano em relação ao mesmo período de 2015. No Norte, pulou de 8,5% para 11,2%; no Nordeste, de 10,3% para 13,2%; no Sudeste, de 8,3% para 11,7%; no Sul, de 5,5% para 8%; e no Centro-Oeste de 7,4% para 9,7%. As taxas são as mais altas para cada região já registradas pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, que teve início em janeiro de 2012.
A taxa geral, divulgada pelo IBGE no fim de julho, ficou em 11,3% no trimestre encerrado em junho. A taxa é a maior já registrada pela série histórica da Pnad. A população desocupada cresceu 4,5% em relação ao primeiro trimestre e chegou a 11,6 milhões de pessoas. Já na comparação com o 2º trimestre de 2015, o aumento foi de 38,7%.
Entre as unidades da federação, as maiores taxas de desocupação no segundo trimestre de 2016 foram observadas no Amapá (15,8%), Bahia (15,4%) e Pernambuco (14%), todas com taxas bem acima do índice geral. Já as menores taxas ficaram em Santa Catarina (6,7%), Mato Grosso do Sul (7%) e Rondônia (7,8%), que tiveram índices abaixo do resultado Brasil. Todas as unidades, exceto Roraima, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul e Distrito Federal, registraram as maiores taxas de desemprego para o estado desde o início da pesquisa.
O nível de ocupação, que o indicador que mede a parcela da população ocupada em relação à população em idade de trabalhar, ficou em 54,6% para o Brasil no 2º trimestre de 2016. As regiões Nordeste (48,6%) e Norte (54,4%) ficaram abaixo da média do país. Nas demais regiões, o nível de ocupação foi de 59,1% no Sul, 59,2% no Centro-Oeste e 56,1% no Sudeste.
Entre os estados, Mato Grosso do Sul (61,1%), Santa Catarina (59,4%), Paraná (59,2%) e Goiás (59,2%) apresentaram os maiores percentuais, enquanto Alagoas (42,9%), Pernambuco (46,6%) e Rio Grande do Norte (47,2%) apresentaram os níveis de ocupação mais baixos
No segundo trimestre de 2016, os percentuais de empregados no setor privado com carteira de trabalho nas grandes regiões ficaram acima da média Brasil, que foi de 77,3%, no Sul (85,4%), no Sudeste (82,7%) e no Centro-Oeste (77,5%). E ficaram abaixo no Norte (61,5%) e Nordeste (62,2%).
Santa Catarina (89,7%), Distrito Federal (86,2%), Rio de Janeiro (85,7%) apresentaram os maiores percentuais de empregados no setor privado com carteira de trabalho, enquanto Maranhão (51,8%), Piauí (52,3%) e Pará (57,4%) apresentaram os menores.
O rendimento médio real habitual dos trabalhadores ficou acima da média do Brasil (R$1.972) nas regiões Sudeste (R$ 2.279), Centro-Oeste (R$ 2.230) e Sul (R$ 2.133), enquanto Norte (R$ 1.538) e Nordeste (R$ 1.334) ficaram abaixo da média.
O Distrito Federal apresentou o maior rendimento (R$ 3.679), seguido por São Paulo (R$ 2.538) e Rio de Janeiro (R$ 2.287). Os menores rendimentos foram registrados no Maranhão (R$ 1.072), Bahia (R$ 1.285) e Ceará (R$ 1.296).
A massa de rendimento médio real habitual dos ocupados (R$ 174,6 bilhões para o país com um todo) ficou em R$ 90,4 bilhões na região Sudeste, em R$ 29,8 bilhões no Sul, em R$ 28,0 bilhões no Nordeste, em R$ 16,2 bilhões no Centro-Oeste e em R$ 10,2 bilhões no Norte.
No 1º trimestre de 2016, as taxas haviam sido de 12,8% no Nordeste; de 11,4% no Sudeste; de 10,5% no Norte; de 9,7% no Centro-Oeste; e de 7,3% no Sul. No trimestre encerrado em março, o índice de desemprego foi de 10,9% e no período de abril a junho de 2015, de 8,3%.
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