2016年8月19日金曜日

PF indicia seis da Mossack Fonseca por fraude e organização criminosa

PROJETOS EAS GERAÇÃO DE ENERGIA AUTO SUSTENTÁVEL .
Tudo esta parado por falta de recursos financeiro esta aberto para investidores para todos os países  ... Com os Projetos EAS e possível evoluir sem destruir .

ACORDA BRASIL MUDA .

ANTES QUE SEJA TARDE DEMAIS .
Resultado de imagem para bandeira do brasil
                                                                                     
ORDEM E PROGRESSO .

BRASIL NO SEU DIA A DIA .

Com os Projetos EAS e possível evoluir sem destruir o meio ambiente .

Compartilhando com todos os amigos .


Marco Marques .
Bom dia para todos os amigos .
E chato ser repetitivo mas e preciso  o Brasil através do governo federal vem ignorando a existência dos Projetos EAS causando grandes prejuízos para mim e para o meio ambiente .
Em um mercado dominado pelo poder e pela falta de inteligencia dos nossos governantes o pais continua insistindo nas construções das represas para as hidrelétricas causando grandes impactos ambientais .
Na contra partida o IBAMA órgão responsável pela preservação do meio ambiente no Brasil recusou a liberação de mais uma represa não concedeu a licença ambiental .
todos os Projetos EAS Geração de Energia Auto Sustentável esta em aberto para para parcerias ou investidores .
SEJAM INTELIGENTES .

FONTE DE INFORMAÇÃO 

G1 globo.com

ÉPOCA NEGÓCIOS .

PF indicia seis da Mossack Fonseca por fraude e organização criminosa

É a primeira vez que a PF enquadra formalmente alvos da Operação Lava Jato ligados à empresa que ficou conhecida mundialmente após a investigação jornalística internacional Panamá Papers
18/08/2016 - 12H16 - ATUALIZADA ÀS 15H23 - POR ESTADÃO CONTEÚDO
Logo da Mossack Fonseca, visto na Cidade do Panamá : empresa implicada na investigação "Panama Papers" (Foto: Carlos Jasso/Reuters)
A Polícia Federal indiciou seis funcionários que atuavam para a filial brasileira da firma panamenha Mossack Fonseca, especializada em abrir offshores, pelos crimes de ocultação de bens, organização criminosa e fraude, além da publicitária Nelci Warken, indiciada também por fraude e também por ocultação de bens. É a primeira vez que a PF enquadra formalmente alvos da Operação Lava Jato ligados à empresa que ficou conhecida mundialmente após a investigação jornalística internacional Panamá Papers revelar todos os clientes que utilizavam offshores.Para o delegado da PF Rodrigo Luis Sanfurgo de Carvalho, responsável pela investigação sobre a empresa panamenha, "as provas indicam que o 'núcleo Mossack Fonseca' representava uma organização criminosa de caráter transnacional, estruturalmente ordenada e caracterizada pela divisão de tarefas, voltada a prática do crime de lavagem de dinheiro".

Com o indiciamento, a Polícia Federal concluiu a Triplo X, 22ª fase da Lava Jato que teve como alvos a firma panamenha e o apartamento da publicitária Nelci Warken. A propriedade fica no Condomínio Solaris, no Guarujá, litoral paulista, do qual a família do ex-presidente Lula chegou a adquirir uma cota, mas depois desistiu, segundo a defesa do petista.
Foi com as investigações da Triplo X que, pela primeira vez, a Lava Jato se aproximou do ex-presidente ao descobrir que o tríplex 163-B do Condomínio Solaris pertencia a uma offshore, a Murray Holdings, criada pela Mossack para Nelci Warcken agora indiciada, ela admitiu à PF ser a verdadeira proprietária do 163-B.Para os investigadores, há indícios suficientes de que "todos os que trabalhavam na empresa tinham plena ciência de que atuavam em um mercado voltado à demanda do trânsito de valores e bens de origem suspeita e duvidosa".

O apartamento de Nelci é vizinho do apartamento 163-A, que os investigadores suspeitam pertencer ao ex-presidente Lula e sua família. O prédio começou a ser construído pela Cooperativa Habitacional dos Bancários (Bancoop), mas depois passou para a empreiteira OAS, cujo presidente, Léo Pinheiro, é amigo de Lula.No inquérito da Mossack, nem o petista nem seus familiares são citados. A Lava Jato abriu uma investigação específica sobre o apartamento e outros imóveis que receberam reformas de empreiteiras investigadas na operação.Procurada, Nelci Warken não se manifestou até a publicação desta reportagem.
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