quarta-feira, 15 de junho de 2016

À frente da Transpetro, Machado repassou mais de R$ 100 milhões em propina para o PMDB

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FONTE DE INFORMAÇÃO .

G1 globo.com


ÉPOCA NEGÓCIOS .

À frente da Transpetro, Machado repassou mais de R$ 100 milhões em propina para o PMDB

Durante 11 anos, ex-presidente da estatal repassou propinas para campanhas de Renan Calheiros, Jader Barbalho, Romero Jucá, José Sarney e Edison Lobão
15/06/2016 - 15H26 - ATUALIZADA ÀS 16H29 - POR ÉPOCA NEGÓCIOS ONLINE
José Sarney (Foto: Lula Marques/ Agência PT)
Na sua delação premiada, o ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado admitiu que, durante os 11 anos pelos quais controlou a estatal, repassou mais de 100 milhões de reais em propina para a alta cúpula do PMDB.
Nesta terça (15), o ministro Teori Zavascki, do Supremo Tribunal Federal (STF), retirou o sigilo da delação premiada de Machado. Os documentos foram divulgados ao público nesta quarta (15).

No Termo de Colaboração 4, Machado afirma que os políticos responsáveis pela sua nomeação ao cargo de presidente da distribuidora de combustível ligada à Petrobras foram Renan Calheiros, Jader Barbalho, Romero Jucá, José Sarney e Edison Lobão.

O preço para o apoio, segundo Machado, era repassar o maior valor possível de valores desviados como propina para alimentar as campanhas eleitorais de todos eles.

No total, Machado irrigou as campanhas do PMDB com mais de R$ 100 milhões em propinas pagas por empresas contratadas pela estatal.

Um deles é José Sarney. No começo de 2006, o ex-presidente procurou Machado alegando "dificuldades em manter sua base política no Amapá e no Maranhão". Sarney esperava que Machado, como dirigente da estatal, repassasse valores desviados dos contratos da Transpetro.

O primeiro repasse de propina para Sarney foi de R$ 500 mil em espécie, diz a delação. Os pagamentos não tinham periodicidade definida, mas "se tornaram anuais em 2008". A operação funcionou entre "2006 e julho ou agosto de 2014".

Dos R$ 100 milhões desviados, R$ 18,5 milhões foram para Sarney, sendo que R$ 2,25 milhões foram passados camuflados como doações de duas construtoras, a Camargo Correa e a Queiroz Galvão, em 2012.

Em alguns casos, a propina camuflada como doação eleitoral era feita para outros partidos que não o PMDB, para tentar desviar atenções. Os valores, porém, eram "carimbadas" para Sarney. O diretório que recebia o valor sabia que deveria repassá-lo para o ex-presidente da República.
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