sábado, 18 de junho de 2016

Governo federal teme efeito dominó nos Estados

PROJETOS EAS GERAÇÃO DE ENERGIA AUTO SUSTENTÁVEL .
Tudo esta parado por falta de recursos financeiro esta aberto para investidores para todos os países  ... Com os Projetos EAS e possível evoluir sem destruir .


ACORDA BRASIL MUDA .

ANTES QUE SEJA TARDE DEMAIS .
Resultado de imagem para bandeira do brasil
                                                                                     
ORDEM E PROGRESSO .

BRASIL NO SEU DIA A DIA .

Com os Projetos EAS e possível evoluir sem destruir o meio ambiente .

Compartilhando com todos os amigos .

FONTE DE INFORMAÇÃO .

G1 globo.com


ÉPOCA NEGÓCIOS 

Governo federal teme efeito dominó nos Estados

A tendência é que a Fazenda feche acordos
diferenciados com Rio, Minas Gerais e Rio Grande do Sul
18/06/2016 - 09H20 - ATUALIZADA ÀS 09H20 - POR ESTADÃO CONTEÚDO
Dívidas (Foto: Shutterstock)
Embora o Planalto tenha evitado falar em negociação separada com o governo do Rio de Janeiro, a tendência é que a Fazenda feche acordos diferenciados com Rio, Minas Gerais e Rio Grande do Sul, estados que se encontram em situação financeira mais calamitosa.
"A situação deles é muito difícil. Será inevitável uma negociação separada. Não há como não ter acordo específico para esses Estados", disse um integrante do governo à Agência Estado.
O governo federal tem preocupação de que o decreto de calamidade financeira, feito ontem pelo Rio, cause efeito dominó nos outros Estados, o que poderia criar uma "conturbação social". A União deve mesmo socorrer os Estados, mas apresentando como contrapartida um pacote disciplinar adicional.
A crise financeira desses Estados é tão grave que a contraproposta apresentada pela equipe econômica para alívio de curto prazo nas finanças dos governos estaduais não resolve o problema individual de cada um dos três.
Em reunião com os secretários de Fazenda dos Estados, na semana passada, a secretária do Tesouro Nacional, Ana Paula Vescovi, indicou que o governo vai buscar uma solução individual para os três, mas fechará as portas para uma nova negociação sobre o endividamento.

Nenhum comentário:

Postar um comentário