sexta-feira, 17 de junho de 2016

Índios feridos estão no mesmo quarto de hospital e sem previsão de alta

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FONTE DE INFORMAÇÃO .

G1 globo.com

16/06/2016 10h14 - Atualizado em 16/06/2016 10h14

Índios feridos estão no mesmo quarto de hospital e sem previsão de alta

Os cinco que estão no Hospital da Vida, em Dourados, não correm risco.
Eles foram baleados em confronto, em fazenda de Caarapó, na terça-feira.

Do G1 MS, com informações da TV Morena
Estão no mesmo quarto do Hospital da Vida, em Dourados, cinco dos seis índios feridos durante confronto na manhã de terça-feira (14), na fazenda Ivu, em Caarapó, a 264 quilômetros de Campo Grande.

Todos respiram sem ajuda de aparelhos. Três deles passaram por cirurgia na terça-feira. Ainda não há previsão de alta, segundo informações da unidade de saúde.

Também não se sabe quando receberá alta a indígena ferida com tiro de raspão que está no hospital de Caarapó. Ela não corre risco de morrer.
Armamento recuperado que estava em posse dos indígenas (Foto: Diogo Nolasco/TV Morena)Armamento recuperado que estava em posse dos
indígenas (Foto: Diogo Nolasco/TV Morena)
Confronto
Além dos seis índios feridos, o conflito terminou com o agente de saúde indígena Claudione Rodrigues Souza, de 26 anos, mortoO corpo será velado no mesmo local do confronto.

Três policiais militares que foram para o local para socorrer as vítimas junto com o Corpo de Bombeiros, foram feridos, feitos reféns e tiveram armas e coletes balísticos recolhidos. Alguns materiais já foram devolvidos. Os indígenas afirma que já entregaram todos.

A Fundação Nacional do Índio (Funai) informou que a área está na Terra Indígena Dourados-Amambaipeguá. Conforme o órgão, ela é tradicionalmente ocupada e está em estudo para regularização fundiária.
A convivência entre indígenas e produtores rurais em Caarapó tem histórico de tranquilidade apesar do confronto de terça-feira, segundo o Sindicato Rural do município.

Em nota, o sindicato rural de Caarapó afirmou que "lamenta o clima de tensão, uma vez que os produtores rurais da região  sempre tiveram bom relacionamento e boa convivência com os indígenas”.

Segurança
Por causa da insegurança na região, o Ministério da Justiça e Cidadania vai enviar a Força Nacional. Mas não informou a data e nem quantos militares. Segundo o prefeito da cidade, Mário Valério (PR), 50 homens da Força Nacional e 30 da Polícia Federal (PF) de Brasília serão enviados ao município.
Confronto em MS (Foto: Editoria de Arte/G1)
Em nota oficial divulgada na manhã desta quarta-feira, o governo de Mato Grosso do Sul afirma que pediu ao Ministério da Justiça a presença da Força Nacional de Segurança Pública na região.
Outras mortes
Em agosto de 2015, cerca de 80 indígenas ocuparam cinco fazendas vizinhas à aldeia em Antônio João (MS). Durante retomada feita por fazendeiros, os dois grupos entraram em confronto e um indígena foi encontrado morto perto de um córrego, dentro de uma das fazendas.

Em maio de 2013, confronto entre indígenas e policiais durante a reintegração de posse de uma fazenda ocupada em Sidrolândia, a 70 quilômetros de Campo Grande, deixou um índio morto e vários outros feridos.

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