terça-feira, 7 de junho de 2016

Meta de indicado ao Banco Central é reduzir custo de vida dos brasileiros

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ECONOMIA E EMPREGO

Meta de indicado ao Banco Central é reduzir custo de vida dos brasileiros

Nomeação

Em sabatina na Comissão de Assuntos Econômicos do Senado, Ilan Goldfajn diz que devolverá o poder de compra ao brasileiro
por Portal BrasilPublicado07/06/2016 12h04Última modificação07/06/2016 12h38
Foto: Marcelo Camargo/Agência BrasilIlan Goldfajn: atingir a meta de inflação vai colaborar para a recuperação do crescimento econômico sustentável
Ilan Goldfajn: atingir a meta de inflação vai colaborar para a recuperação do crescimento econômico sustentável
O economista Ilan Goldfajn, indicado ao cargo de presidente do Banco Central, disse que se tiver seu nome aprovado pelo Congresso Nacional levará a inflação para a meta – ou seja, reduzir o custo de vida para uma taxa de 4,5%. No acumulado de 12 meses até abril, esse índice estava em 9,28%. “Retribuirei a confiança em mim depositada”, afirmou.
Goldfajn, que passa por sabatina no Senado nesta terça-feira (7), ainda afirmou que ao atingir a meta de inflação vai contribuir para a recuperação do crescimento econômico sustentável e para o progresso social do País, “com benefícios para todas as camadas sociais, especialmente as menos favorecidas, que sofrem mais com a perda do poder de compra da moeda”.
Estabilidade
Ele ainda ponderou que atingir esses objetivos será possível por meio do “funcionamento harmônico e complementar das instituições brasileiras”. “A primeira contribuição do Banco Central para a sociedade brasileira é a manutenção de um nível de inflação baixo e estável”, afirmou.
O indicado a presidência do BC, ainda explicou que um baixo custo de vida e estável é condição essencial para o crescimento sustentável, uma vez que reduz incertezas, eleva a capacidade de crescimento da economia e torna a sociedade mais justa.
Ele garantiu que usará todas as ferramentas que têm disponível para atingir esse objetivo. “Nosso objetivo será cumprir plenamente a meta de inflação estabelecida (...), mirando o seu ponto central”, afirmou.
Currículo
Ilan Goldfajn é economista, com mestrado pela PUC-Rio e doutorado pelo Massachusetts Institute of Technology (MIT). Atuou como consultor de organizações internacionais (como Banco Mundial, FMI e Nações Unidas), do governo brasileiro e do setor privado. É autor de livros, artigos e diversos papers acadêmicos sobre política econômica, além de escrever mensalmente para os jornais O Globo e O Estado de São Paulo.
Exerceu o cargo de diretor de Política Econômica do Banco Central do Brasil entre 2000 e 2003. Atualmente é diretor do Centro de Debates de Políticas Públicas (CDPP). Foi também diretor do Instituto de Ensino e Pesquisa em Economia da Casa das Garças (IEPE-CdG), entre 2006 e 2009, sócio-fundador da Ciano Consultoria (2008 e 2009).
Goldfajn foi ainda sócio-fundador e gestor da Ciano Investimentos (2007-2008) e sócio da Gávea Investimentos (2003-2006), onde foi responsável pelas áreas de pesquisas macroeconômicas e análise de risco.
Em 1999, ingressou no Departamento de Economia da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio), atuando até o final de 2008 como professor do Curso de Mestrado em Finanças Internacionais e em Macroeconomia.
Entre 1996 e 1999, trabalhou no Fundo Monetário Internacional (FMI) e, no período de 1995-1996, foi professor assistente na Universidade de Brandeis, em Massachusetts. Foi membro do Conselho de Administração da Cyrela Commercial Properties de abril de 2007 a abril de 2013. Para assumir a presidência do Banco Central, deixa o posto de economista-chefe e sócio do Itaú Unibanco.
Fonte: Portal Brasil

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