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Compartilhando com todos os amigos .
FONTE DE INFORMAÇÃO .
G1 globo.com
06/07/2016 07h56 - Atualizado em
06/07/2016 08h51
Custo de rodovia que ligará Amapá à Colômbia pode chegar a R$ 1 bilhão
Estudo preliminar é do Dnit, mas obras ainda não têm previsão de iniciarem.
Construção começou no regime militar com previsão de cortar 4 estados.
Do G1 AP, com informações da Rede Amazônica no Amapá
Perimetral Norte ligaria Amapá a mais dois estados e Colômbia (Foto: Reprodução/Rede Amazônica no Amapá)
Levantamento preliminar do Departamento de Infraestrutura de Transportes (Dnit) calcula ser necessário pelo menos R$ 1 bilhão para finalizar a construção de uma das mais antigas obras do tempo do regime militar no Brasil, a BR-210, também chamada de Perimetral Norte. Ela cortaria três estados para ligar a Amazônia à
Colômbia.
No Amapá, BR-210 tem 200 quilômetros sem asfalto
(Foto: Reprodução/Rede Amazônica)
Devido à complexidade e alto custo, o Dnit ainda não prevê uma data para as obras iniciarem. A primeira etapa é fazer um levantamento para elaborar um plano básico de construção da rodovia pelo
Amapá,
Amazonas, Pará e Roraima. Em seguida, serão feitos demais projetos para saber da viabilidade de execução.
A obra é uma das mais antigas do país. Ela iniciou em 1973 em duas frentes. Uma pelo Amapá e outra por
Roraima, mas as duas nunca se encontraram.
Ao todo, eram previstos mais de 2,5 mil quilômetros pela Amazônia, dentro do Plano de Integração Nacional, que pretendia o desenvolvimento econômico no regime militar. Terras indígenas pelo caminho, no entanto, provocaram a paralisação.
No Amapá, a BR-210 tem quase 500 quilômetros, sendo que 200 sem asfaltados e outros 150 ainda para serem abertos no meio da mata. Ela começa em
Porto Grande e vai até Serra do Navio.
"Após feito esse levantamento, iremos elaborar o projeto básico, que vai ser executado pelo Dnit. Após isso, licitamos o projeto. A empresa vencedora vai fazer o projeto executivo pelo Regime Diferenciado de Contratação", comentou o superintendente do Dnit no Amapá, Fábio Vilarino.
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