terça-feira, 20 de setembro de 2016

Representantes de ditaduras e protoditaduras latino-americanas deixam o recinto quando Temer fala

CORDA BRASIL MUDA .

ANTES QUE SEJA TARDE DEMAIS .
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ORDEM E PROGRESSO .

BRASIL NO SEU DIA A DIA .

Marco Marques .
Bom dia para todos os amigos .
Como poderão ver edição e o debate da matriz energética no Brasil  e as hidrelétricas . 
Façam me o favor não venham dizer que não conhecem a existência de todos os Projetos EAS e a unica solução  imediata a nível mundial para o setor elétrico querem continuar dominando o mercado brasileiro e desta forma impedem novos projetos inovadores trazendo prejuízos para todos e para o meio ambiente .
ATE QUANDO FALA BRASIL . 
PROJETOS EAS .
Alguns países gostaram do dinheiro dos Brasileiros e agora que a fonte secou viram as costas para o Brasil .
Ainda bem chega . 

Fonte de informação .

VEJA.com 

BLOGREINALDO AZEVEDO

Reinaldo Azevedo

Blog do jornalista Reinaldo Azevedo: política, governo, PT, imprensa e cultura

SOBRE

Reinaldo Azevedo, jornalista, escreve este blog desde 2006. É autor dos livros “Contra o Consenso” (Barracuda), “O País dos Petralhas I e II”, “Máximas de Um País Mínimo — os três pela Editora Record — e “Objeções de um Rottweiler Amoroso” (Três Estrelas).

Representantes de ditaduras e protoditaduras latino-americanas deixam o recinto quando Temer fala

Que bom! Quem precisa do endosso de regimes como o venezuelano, o cubano ou o equatoriano? São governos com as mãos sujas de sangue

Por: Reinaldo Azevedo  
Os representantes de Cuba, Venezuela, Nicarágua, Equador, Bolívia e Costa Rica deixaram a sala quando se anunciou o discurso do presidente Michel Temer. Que bom! Folgo em saber. Vamos lá.
Cuba é uma tirania asquerosa. A Venezuela é uma ditadura assassina. Nicarágua, Equador e Bolívia rasgaram a Constituição para permitir a reeleição de mandatários e são, na prática, protoditaduras. O único país que não tem esse perfil é a Costa Rica.
O anúncio da saída foi feita pelo chanceler equatoriano Guillaume Long.
Para mim, é mais um exemplo, então, de que o Brasil e sua política externa caminham por uma trilha segura. Quando representantes de ditaduras e assemelhados se arvoram em defensores da democracia, algo está fora do lugar, não é?
A propósito: chegou a hora de o governo brasileiro trazer à luz as relações especiais que o petismo manteve com alguns desses países: queremos saber as condições do empréstimo do BNDES para o financiamento do porto em Cuba; como se dá a negociação para o Mais Médicos; os termos da cessão de duas refinarias da Petrobras a Evo Morales; o dinheiro brasileiro que financiou a estrada da coca na Bolívia…
Afinal, se os canalhas não têm respeito com os decentes, os decentes têm o dever de ao menos ser justos com os canalhas.
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