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ÉPOCA NEGÓCIOS
Aliados de Lula e Dilma torcem por uma ‘fantástica’ delação de Cunha
Renan Calheiros não quis comentar a prisão do ex-presidente da Câmara
19/10/2016 - 16H09 - ATUALIZADA ÀS 16H19 - POR AGÊNCIA O GLOBO

Aliados dos ex-presidentes Lula e Dilma Rousseff, que vinham criticando a não prisão do ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha (PMDB-RJ), passam a torcer agora por uma “fantástica” delação premiada que exploda o governo “ilegítimo” do presidente Michel Temer. Durante a votação da MP que reestrutura o setor elétrico, no Senado, a prisão de Cunha ao meio dia, e não de madrugada, e a cobertura de mídia foram objeto de críticas do líder da Minoria, senador Lindbergh Faria (PT-RJ).
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"Eduardo Cunha acaba de ser preso! Agora espero, sinceramente, que ele faça um delação premiada. E se fizer esse governo ilegítimo de Michel Temer não se sustenta nem por um dia. Se fosse alguém do PT era cobertura de manhã, de tarde e de noite. Mas na prisão de Cunha não vemos esse carnaval da imprensa", protestou Lindbergh no plenário.
Um tempo depois, ainda na acalorada discussão da MP que vai preparar o setor elétrico para privatização das distribuidoras de energia elétrica, o senador Roberto Requião (PMDB-PR) foi ao microfone comemorar a prisão do companheiro de partido.
"Temos um fato novo. Há poucos momentos foi preso o Eduardo Cunha. Agora a sociedade brasileira espera uma fantástica delação premiada", discursou Requião.
"Essa matéria não está na MP. O fato é grave mas temos que brincar. Estamos discutindo aqui a recuperação econômica do país. Esse tipo de discussão política contamina a votação", reagiu a senadora Ana Amélia (PP-RS).
Ao sair do plenário o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), que é desafeto de Cunha, não quis comentar sua prisão. Interpelado pelos jornalistas, Renan apressou o passo e se manteve em silêncio até entrar em seu gabinete.
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