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POLÍTICA
04/10/2016 18h14 - Atualizado em 04/10/2016 20h00
Não há 'nenhum centavo a mais' nas minhas contas, diz Renan
Presidente do Senado negou denúncia de que recebeu propina em dinheiro.
Novo delator afirma ter levado suborno a Renan e Jader Barbalho, diz revista.
Gustavo GarciaDo G1, em Brasília
O presidente do Senado, Renan Calheiros, rebate acusação de novo delator da Lava Jato (Foto: Jane de Araújo/Agência Senado)
Em resposta à acusação de um novo delator da Lava Jato, o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), afirmou nesta terça-feira (4) que nunca participou de esquemas de corrupção e disse que “não há nenhum centavo a mais” nas suas contas. Renan rebateu, em entrevista no Senado, depoimento do empresário e advogado Felipe Parente, que negocia um acordo de delação premiada com os investigadores da Lava Jato.
De acordo com reportagem publicada na revista “Veja”, Parente relatou ao Ministério Público queentregou propina a Renan Calheiros e ao senador Jader Barbalho (PMDB-PA).
O envolvimento de Parente com o esquema de corrupção que atuava na Petrobras foi citado pela primeira vez nas investigações pelo ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado, outro delator da Lava Jato.
Sérgio Machado afirmou aos investigadores que o empresário era encarregado de levar propina para a cúpula do PMDB.
Em troca, de acordo com o ex-presidente da estatal, Parente recebia 5% dos valores transportados. Renan nega as acusações e diz que não conhece o novo delator da operação.
“Nunca participei de esquema nenhum, em órgão nenhum. Não há, absolutamente, nenhum centavo a mais nas minhas contas. Eu tenho procurado responder todas as perguntas que se faz. Ao final e ao cabo, a verdade vai preponderar”, afirmou Renan.
“Como alguém pode delatar alguém que não conhece, que nunca viu, que não sabia sequer da sua existência? Isso evidentemente não vai a lugar nenhum”, acrescentou o peemedebista.
A "Veja" afirma que teve acesso a um despacho sigiloso do ministro Teori Zavascki, relator da Operação Lava Jato no Supremo Tribunal Federal sobre a delação de Felipe Parente.
A TV Globo confirmou que o acordo de delação de Felipe Parente já foi homologado, ou seja, já tem valor legal. Isso significa que tudo o que ele contou será usado pelos investigadores da Lava Jato e cruzado com o teor de outras delações, principalmente com a de Sérgio Machado.
Segundo a revista “Veja”, Parente anotava todas as entregas que fazia e todos os locais onde se encontrava com intermediários dos políticos.
De acordo com a reportagem, o novo delator confirmou que entregava dinheiro para o partido e citou entre os beneficiários Renan Calheiros e o senador Jader Barbalho. Nos depoimentos, ele citou nomes, lugares e circunstâncias em que fez as entregas, inclusive com nome de hotéis onde teria se hospedado nessas ocasiões.
Transpetro
Sérgio Machado admitiu em sua delação premiada ter repassado propina a mais de 20 políticos de seis partidos. Indicado para o cargo por Renan Calheiros, ele disse que a prioridade era atender aos políticos que ele apontou como responsáveis pela nomeação.
Sérgio Machado admitiu em sua delação premiada ter repassado propina a mais de 20 políticos de seis partidos. Indicado para o cargo por Renan Calheiros, ele disse que a prioridade era atender aos políticos que ele apontou como responsáveis pela nomeação.
Ele também disse que, enquanto esteve à frente da Transpetro, de 2003 a 2015, repassou mais de R$ 100 milhões para o PMDB.
Na delação, Machado disse que Renan Calheiros foi o peemedebista que mais recebeu dinheiro ilícito: R$ 32 milhões. Até 2007, segundo o delator, quem fazia as entregas para Renan era Felipe Parente.
Em determinado período, segundo Machado, o presidente do Senado passou a receber pagamentos mensais de R$ 300 mil, valor que aumentava em ano de eleição, com doações oficiais.
Já Jader Barbalho, que segundo Machado pressionava muito por propinas, teria recebido R$ 4,2 milhões enquanto o delator esteve à frente da Transpetro.
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