segunda-feira, 5 de fevereiro de 2018

Lava Jato: Mônica Moura e João Santana abrem depoimentos de processo sobre sítio de Atibaia

ORDEM E PROGRESSO .

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ACORDA BRASIL MUDA .
ANTES QUE SEJA TARDE DEMAIS .

Marco Antonio Marques .
Bom dia amigos .

Estamos começando de 2018  com esperanças renovadas .
Amigos intendam por favor o que eu estou oferecendo a todos os países .
Ideias inovadoras e sustentáveis para os setor elétrico mundial sem precisar de represas para gerar muita energia elétrica com total preservação do meio ambiente com zero impacto ambiental basta ter um pouco de água .
Mas sozinho e sem dinheiro jamis conseguirei .
Estou aqui para tira qualquer duvida estamos perdendo um precioso tempo eu já estou com 60 anos de idade . 
Porto Alegre 04/01/2018 09:39 horas .
RGS Brasil .


Fonte de informação .

G1 globo.com

Lava Jato: Mônica Moura e João Santana abrem depoimentos de processo sobre sítio de Atibaia

Nesta segunda-feira (5), além do casal Santana, Moro também ouve como testemunha de acusação o ex-gerente da Petrobras Eduardo Musa.

Por Alana Fonseca, G1 PR, Curitiba
 
Os publicitários Mônica Moura e João Santana; ambos são ouvidos na tarde desta segunda-feira (5) (Foto: Cassiano Rosário/Futura Press/Estadão Conteúdo )Os publicitários Mônica Moura e João Santana; ambos são ouvidos na tarde desta segunda-feira (5) (Foto: Cassiano Rosário/Futura Press/Estadão Conteúdo )
Os publicitários Mônica Moura e João Santana; ambos são ouvidos na tarde desta segunda-feira (5) (Foto: Cassiano Rosário/Futura Press/Estadão Conteúdo )
O juiz federal Sérgio Moro, responsável pelos processos da Lava Jato na primeira instância, ouve, na tarde desta segunda-feira (5), o ex-marqueteiro do PT João Santana e a mulher e sócia dele, Mônica Moura, como testemunhas de acusação no processo sobre o sítio de Atibaia.
Nesta ação penal, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva é acusado de receber reformas no Sítio Santa Bárbara, em Atibaia, no interior de São Paulo, como propina.
Além deles, Moro também ouve o ex-gerente da área Internacional da Petrobras, Eduardo Musa. Os interrogatórios começam a partir das 14h e são presenciais. Os três têm condenações na Lava Jato e são delatores - Mônica e João foram condenados duas vezes.
O ex-presidente foi denunciado por corrupção passiva e lavagem de dinheiro em maio de 2017 e se tornou réu na ação em agosto.
Lula nega as acusações e diz não ser o dono do imóvel, que está no nome de sócios de um dos filhos do ex-presidente. O ex-presidente afirma que todos os bens que pertencem a ele estão declarados à Receita Federal.

Próximos depoimentos

O processo começa com a oitiva das testemunhas de acusação. Em seguida, são ouvidas as testemunhas de defesa. De acordo com o juiz, os advogados do ex-presidente arrolaram 59 pessoas como testemunha de defesa.
Depois dos depoimentos das testemunhas, os réus serão ouvidos.
Na quarta-feira (7), são ouvidos os irmãos e empresários Milton Taufic Schahin e Salim Taufic Schahin; o ex-presidente da Braskem Carlos José Fadigas de Souza Filho; e o engenheiro civil Frederico Marcos de Almeida Hora Barbosa.
Nesta ação penal, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva é acusado de receber reformas no Sítio Santa Bárbara, em Atibaia, no interior de São Paulo, como propina (Foto: Nelson Almeida/AFP e Reprodução/TV Globo)Nesta ação penal, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva é acusado de receber reformas no Sítio Santa Bárbara, em Atibaia, no interior de São Paulo, como propina (Foto: Nelson Almeida/AFP e Reprodução/TV Globo)
Nesta ação penal, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva é acusado de receber reformas no Sítio Santa Bárbara, em Atibaia, no interior de São Paulo, como propina (Foto: Nelson Almeida/AFP e Reprodução/TV Globo)

Entenda a denúncia

A acusação trata do pagamento de propina de pelo menos R$ 128 milhões pela Odebrecht e de outros R$ 27 milhões por parte da OAS. Conforme a denúncia, Lula foi beneficiado com parte desse dinheiro, por meio de obras realizadas no sítio Santa Bárbara, em Atibaia.
As obras, conforme a denúncia, serviram para adequar o imóvel às necessidades de Lula. Segundo o MPF, a Odebrecht e a OAS custearam R$ 850 mil em reformas na propriedade.
O MPF diz que Lula ajudou as empreiteiras ao manter nos cargos os ex-executivos da Petrobras Renato Duque, Paulo Roberto Costa, Jorge Zelada, Nestor Cerveró e Pedro Barusco, que comandaram boa parte dos esquemas fraudulentos entre empreiteiras e a estatal, descobertos pela Lava Jato. Todos já foram condenados em ações penais anteriores.
Conforme a denúncia, as duas empreiteiras foram beneficiadas em pelo menos sete contratos. Também faz parte da denúncia o contrato de aluguel do navio-sonda Vitória 10.000, realizado pela empreiteira Schahin, junto à Petrobras.
Nesse contrato, o processo apura um suposto pagamento de R$ 150 mil a Lula, com a ajuda do pecuarista José Carlos Bumlai, que teria intermediado os repasses ao ex-presidente.
Veja mais notícias da região no G1 Paraná.
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