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FONTE DE INFORMAÇÃO .
MUNDO
Deputados opositores são agredidos durante protesto na Venezuela
Deputados protestavam para exigir resposta do Poder Eleitoral.
Em outra manifestação, estudantes entraram em confronto com a polícia.
Vários deputados venezuelanos, entre eles Julio Borges, chefe da bancada opositora do Parlamento, foram agredidos nesta quinta-feira (9) em frente à sede do Poder Eleitoral quando protestavam para exigir uma resposta do organismo sobre o processo de referendo revogatório do mandato do presidente Nicolás Maduro.
O chefe da bancada que domina a Assembleia Nacional levou socos no rosto de parte de supostos partidários do chavismo quando liderava em frente à sede do Conselho Nacional Eleitoral (CNE) um protesto de parlamentares em favor do referendo para revogar o mandato de Maduro.
A Venezuela vive há dias uma onda de protestos motivada pela crise política e econômica que afeta o país, frente à qual a MUD promove o referendo para tirar o presidente Maduro, eleito até 2019, do poder.
Os deputados foram ao CNE para exigir uma resposta formal sobre o processo de validação e verificação das assinaturas com as quais iniciaram há mais de um mês a solicitação do referendo revogatório.
A agressão a Borges causou um ferimento, segundo pôde constatar a Agência Efe no local.
A Venezuela vive há dias uma onda de protestos motivada pela crise política e econômica que afeta o país, frente à qual a MUD promove o referendo para tirar o presidente Maduro, eleito até 2019, do poder.
Os deputados foram ao CNE para exigir uma resposta formal sobre o processo de validação e verificação das assinaturas com as quais iniciaram há mais de um mês a solicitação do referendo revogatório.
A agressão a Borges causou um ferimento, segundo pôde constatar a Agência Efe no local.
Outros dos mais de 60 parlamentares que estavam em frente à sede eleitoral acompanhando Borges foram vítimas de ações similares sem que se saiba até o momento a magnitude das agressões.
A violência começou quando os deputados e seguidores da oposição tentaram ultrapassar a barricada da Polícia e da Guarda Nacional que fazia a segurança o CNE.
Os militares desalojaram à força os deputados que, após ficar no meio da rua, foram agredidos a socos e com objetos contundentes por supostos governistas que atacaram o grupo opositor.
"Vamos continuar pressionando até que essa verificação aconteça e tenhamos o direito que todos os venezuelanos têm de suas assinaturas validadas, a ter o voto, e a decidir", disse a jornalistas Borges pouco antes da agressão.
Confronto com estudantes
Em outra manifestação, estudantes universitários enfrentavam com pedras e bombas incendiárias membros das forças de segurança perto da Universidade Central da Venezuela (UCV), a principal do país, na zona leste da capital.
Confronto com estudantes
Em outra manifestação, estudantes universitários enfrentavam com pedras e bombas incendiárias membros das forças de segurança perto da Universidade Central da Venezuela (UCV), a principal do país, na zona leste da capital.
Os confrontos tiveram início após uma mobilização de estudantes da UCV, que tentaram sem sucesso chegar à sede do Centro Nacional Eleitoral (CNE), no centro de Caracas.
Com os rostos cobertos, cerca de 40 alunos da Universidade também atiraram garrafas contra uma centena de policiais e militares da Guarda Nacional da porta do centro educacional, na zona leste da capital, constataram jornalistas da AFP.
Com os rostos cobertos, cerca de 40 alunos da Universidade também atiraram garrafas contra uma centena de policiais e militares da Guarda Nacional da porta do centro educacional, na zona leste da capital, constataram jornalistas da AFP.
Os militares, usando equipamentos antimotim, responderam com bombas de gás lacrimogêneo e jatos d'água, sem que até o momento tenham sido reportados feridos ou detidos.
As forças de segurança estão proibidas de entrar nas instituições educacionais, em respeito à chamada "autonomia universitária".
Policiais e militares praticamente cercaram o local de onde a passeata sairia, sem que tenham sido registrados confrontos.








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