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ACORDA BRASIL MUDA .
ANTES QUE SEJA TARDE DEMAIS .
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Compartilhando com todos os amigos .
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FONTE DE INFORMAÇÃO .
MUNDO
Unasul pede fim da violência política na Venezuela
País vive onda de protestos por referendo que quer tirar Maduro do poder.
Nesta sexta-feira, poder eleitoral anunciou nova etapa de consulta popular.
O secretário-geral da União de Nações Sul-Americanas (Unasul), Ernesto Samper, manifestou, nesta sexta-feira (10) em Caracas, seu apelo a "todos os atores políticos" venezuelanos para que "se erradique qualquer forma de manifestação violenta como forma de expressão política".
Samper rejeitou a agressão sofrida pelo deputado da oposição Julio Borges, na quinta-feira (9). Durante um protesto em frente ao Conselho Nacional Eleitoral, Borges foi atingido com um cano de metal e recebeu socos e chutes. Teve fraturas no rosto e precisou ser operado.
"O melhor antídoto contra a violência é o diálogo", insistiu o representante da Unasul.
Ao mesmo tempo, ele disse confiar em que governo e oposição farão novas reuniões independentes com o grupo de mediadores formado pelo ex-chefe do governo espanhol José Luis Rodríguez Zapatero e pelos ex-presidentes Martín Torrijos (Panamá) e Leonel Fernández (República Dominicana).
Ao mesmo tempo, ele disse confiar em que governo e oposição farão novas reuniões independentes com o grupo de mediadores formado pelo ex-chefe do governo espanhol José Luis Rodríguez Zapatero e pelos ex-presidentes Martín Torrijos (Panamá) e Leonel Fernández (República Dominicana).
O primeiro-ministro de Aruba, Mike Emam, somou-se ao esforço pelo diálogo na Venezuela, declarando, nesta sexta em Caracas, sua disposição para que seu país sirva como "uma boa ponte de comunicação" entre ambos os grupos políticos.
Referendo contra Maduro
O Conselho Nacional Eleitoral (CNE) da Venezuela disse nesta sexta-feira (10) que vai iniciar um processo de confirmação das assinaturas entregues de cidadãos que defendem um referendo revogatório do mandato do presidente Nicolás Maduro, um pequeno avanço no esforço da oposição para remover o líder muito impopular.
Referendo contra Maduro
O Conselho Nacional Eleitoral (CNE) da Venezuela disse nesta sexta-feira (10) que vai iniciar um processo de confirmação das assinaturas entregues de cidadãos que defendem um referendo revogatório do mandato do presidente Nicolás Maduro, um pequeno avanço no esforço da oposição para remover o líder muito impopular.
O presidente enfrenta críticas pesadas, manifestações e confrontos por causa de uma recessão acentuada, a inflação mais alta do mundo e um grande desabastecimento de produtos básicos.
A etapa de confirmação de assinatureas começará no dia 20 de junho e deve durar cinco dias. Na semana que vem, a comissão eleitoral vai permitir que os cidadãos que desejem retirar os seus nomes de uma lista de 1,4 milhão de assinaturas válidas o façam, disse Tibisay Lucena, chefe da comissão, numa entrevista à imprensa.
Próximas etapas
Cumprido este requisito, o CNE fixará uma data para o referendo revocatório, em que a oposição precisará superar os 7,5 milhões de votos obtidos por Maduro em 2013, quando foi eleito para um mandato de seis anos, até 2019.
Se a consulta acontecer depois de 10 de janeiro de 2017, quando o mandato presidencial completa quatro anos, e Maduro for derrotado, os dois anos restantes serão completados pelo vice-presidente, designado pelo chefe de Estado. Se o referendo acontecer este ano e o chavismo for derrotado, novas eleições serão convocadas.
O governo descarta a possibilidade de um referendo revogatório em 2016, alegando que os prazos legais não permitem o que a oposição deseja.
Cumprido este requisito, o CNE fixará uma data para o referendo revocatório, em que a oposição precisará superar os 7,5 milhões de votos obtidos por Maduro em 2013, quando foi eleito para um mandato de seis anos, até 2019.
Se a consulta acontecer depois de 10 de janeiro de 2017, quando o mandato presidencial completa quatro anos, e Maduro for derrotado, os dois anos restantes serão completados pelo vice-presidente, designado pelo chefe de Estado. Se o referendo acontecer este ano e o chavismo for derrotado, novas eleições serão convocadas.
O governo descarta a possibilidade de um referendo revogatório em 2016, alegando que os prazos legais não permitem o que a oposição deseja.
'Fraude'
Jorge Rodríguez, encarregado por Maduro de monitorar o processo que procura colocar a consulta em andamento, disse nesta sexta que o chavismo denunciará ante o Supremo Tribunal de Justiça (STJ) uma eventual fraude na contagem de assinaturas da oposição.
"A primeira coisa que vamos fazer é ir até a Sala Constitucional (do STJ) para denunciar este delito contra a Constituição", afirmou. O representante presidencial observou que durante a coleta de assinaturas houve uma série de irregularidades que configuram "fraude" e "crime geral" contra a Constituição.
A queixa será apresentada na segunda-feira na alta corte venezuelana, acusada pela oposição de ser o braço legal do governo após decisões controversas que, entre outras coisas, reduziram os poderes do Parlamento de maioria opositora.
Rodriguez também anunciou que o chavismo apresentará denúncias individuais por falhas legais que, segundo ele, foram registradas durante a coleta de assinaturas.
Jorge Rodríguez, encarregado por Maduro de monitorar o processo que procura colocar a consulta em andamento, disse nesta sexta que o chavismo denunciará ante o Supremo Tribunal de Justiça (STJ) uma eventual fraude na contagem de assinaturas da oposição.
"A primeira coisa que vamos fazer é ir até a Sala Constitucional (do STJ) para denunciar este delito contra a Constituição", afirmou. O representante presidencial observou que durante a coleta de assinaturas houve uma série de irregularidades que configuram "fraude" e "crime geral" contra a Constituição.
A queixa será apresentada na segunda-feira na alta corte venezuelana, acusada pela oposição de ser o braço legal do governo após decisões controversas que, entre outras coisas, reduziram os poderes do Parlamento de maioria opositora.
Rodriguez também anunciou que o chavismo apresentará denúncias individuais por falhas legais que, segundo ele, foram registradas durante a coleta de assinaturas.






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