domingo, 12 de junho de 2016

Poder eleitoral venezuelano definirá regras do jogo para referendo

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FONTE DE INFORMAÇÃO .

G1 globo.co.





France Presse
08/06/2016 10h18 - Atualizado em 08/06/2016 10h19

Poder eleitoral venezuelano definirá regras do jogo para referendo

Órgão eleitoral definirá dispositivo e data para ratificar as assinaturas.
Oposição defende referendo revogatório do presidente Nicolás Maduro.

Da France Presse
As autoridades eleitorais venezuelanas definirão nesta quarta-feira (8) o processo de validação de assinaturas que ativarão o referendo revogatório contra o presidente Nicolás Maduro, primeiro passo da oposição em uma difícil e acelerada corrida para fazer com que a consulta aconteça ainda em 2016.
O governador do estado de Miranda, Henrique Capriles, lidera manifestação da oposição pela validação do referendo para tirar Maduro do poder (Foto: RONALDO SCHEMIDT / AFP)O governador do estado de Miranda, Henrique Capriles, lidera manifestação da oposição pela validação do referendo para tirar Maduro do poder (Foto: RONALDO SCHEMIDT / AFP)
A oposição informou que o poder eleitoral definirá o dispositivo e a data para ratificar as assinaturas, depois de ter anunciado na terça-feira que 1,3 milhão são "válidas", das 1,8 milhão apresentadas em 2 de maio para abrir o processo, embora apenas 200.000 (1% do padrão eleitoral) fossem necessárias.
O Conselho Nacional Eleitoral (CNE) pode estabelecer o prazo de confirmação das assinaturas - que deve acontecer em cinco dias com máquinas que comparam as impressões digitais - para 16 a 20 de junho, segundo uma versão extraoficial com a qual trabalha a coalizão opositora Mesa da Unidade Democrática (MUD).
"Esta não é uma corrida de 100 metros rasos. Se o CNE não publicar o período de validação nesta quarta-feira, voltaremos a nos mobilizar", afirmou o ex-candidato à presidência Henrique Capriles, que na terça-feira liderou uma passeata, dispersada com gás lacrimogêneo pela polícia.
A MUD acusa o CNE de ser aliado do governo e retardar o processo para evitar que o referendo aconteça antes de 2017 - quando o mandato presidencial completará quatro anos -, pois se a votação for organizada este ano e Maduro for derrotado, novas eleições serão convocadas. Com uma votação no próximo ano, em caso de derrota ele seria substituído pelo vice-presidente.
O secretário executivo da MUD, Jesús Torrelba, afirmou que "é perfeitamente possível, do ponto de vista técnico", que o referendo revogatório aconteça "no mais tardar em outubro".
Em seu programa televisão na terça-feira à noite, Maduro afirmou que "mais de 30% do pacote (de assinaturas) que entregaram é ilegal e defeituoso", pelo que o pedido de referendo revogatório "está invalidado".
Mas, se a oposição alcançar o objetivo de retirá-lo do poder, Maduro advertiu: "Mais cedo que tarde, viremos por vocês e a revolução vai acontecer, de outra forma, mas vai acontecer".
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