terça-feira, 4 de outubro de 2016

Brasil está próximo de sair da recessão, diz FMI

ACORDA BRASIL MUDA .

ANTES QUE SEJA TARDE DEMAIS .
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ORDEM E PROGRESSO .

BRASIL NO SEU DIA A DIA .


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BOM DIA PARA TODOS OS AMIGOS .

Marco Marques .
Em todo o Brasil milhões de Brasileiros estão dizendo Não para os políticos negando-se a escolher um candidato a tendencia e de aumentar cada vez mais se não houver uma reforma politica no Brasil . 
Eleiçao 2016 .  


Fonte de informação .

VEJA.com

Brasil está próximo de sair da recessão, diz FMI

Fundo manteve suas previsões para a economia brasileira em 2016 e 2017, mas afirma que o país está mais perto de uma virada

O Fundo Monetário Internacional (FMI) manteve nesta terça-feira as perspectivas para o desempenho da economia brasileira em 2016. Segundo o novo relatório da instituição com previsões para a economia global, o Brasil deve ter retração de 3,3% neste ano – a mesma previsão feita em julho -, embora tenha acrescentado que o país está próximo de sair da recessão.
Na atualização de seu relatório “Perspectivas econômicas globais”, publicado nesta terça-feira na abertura da assembleia anual conjunta com o Banco Mundial, o Fundo disse que o Brasil, junto com a Rússia, “segue encarando condições macroeconômicas difíceis, mas suas perspectivas se fortaleceram em certa maneira” desde abril. O FMI acrescentou que os indicadores são uma nova confirmação de que “as economias do Brasil e Rússia estão perto de sair da recessão”. Para 2017, a previsão é de crescimento do produto interno bruto (PIB) de 0,5%, também a mesma apresentada em julho.
Segundo o Fundo, “há uma necessidade global de impulsionar a confiança e aumentar os investimentos com o fortalecimento do marco de políticas”. O FMI prevê que a inflação brasileira chegará a 9% em 2016 e a 5,4% em 2017. O índice de desemprego, por sua vez, será de 11,2% neste ano e de 11,5% no próximo, segundo o relatório.
O FMI não alterou as projeções para o crescimento da economia mundial. Assim como em julho, o Fundo projeta avanço de 3,1% para 2016 e 3,4% para 2017. De acordo com o relatório, essas projeções refletem perspectivas de crescimento mais fracas para economias avançadas depois do voto britânico para sair da União Europeia (Brexit) e a expansão menor do que a esperada dos Estados Unidos.
(Com EFE)

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