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ÉPOCA NEGÓCIOS
Com prisão de Cunha, caminho de Curitiba está aberto para Lula, diz líder do DEM
Aliado do governo, Pauderney ressaltou que
prisão mostra que ninguém está "imune"
prisão mostra que ninguém está "imune"
19/10/2016 - 16H53 - ATUALIZADA ÀS 16H54 - POR ESTADÃO CONTEÚDO

O líder do DEM na Câmara, Pauderney Avelino (AM), considerou uma "surpresa" a prisão do ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) antes mesmo de prestar depoimento ao juiz Sérgio Moro. O parlamentar disse que, com a prisão do peemedebista, o próximo poderá ser o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. "Se for na tese do PT (de prender Cunha primeiro), o caminho está aberto e as portas de Curitiba estão abertas para Lula", alfinetou.
SAIBA MAIS
Aliado do governo, Pauderney ressaltou que Cunha tinha relações com vários parlamentares de diversas legendas e que sua prisão mostra que ninguém está "imune" à lei.
O líder do DEM disse não saber se uma possível delação premiada pode atingir o governo, mas destacou que a prisão em si não deve trazer prejuízo à pauta de votações do governo. "Não creio que sob esse aspecto vai prejudicar, a Casa vai continuar funcionando. Agora que cria um estresse, cria", reconheceu.
Na oposição, o líder do PCdoB, Daniel Almeida (BA), foi um dos primeiros a vir à público dizer que Cunha cometeu diversos crimes, desde chantagem a violação do regimento interno da Câmara. "Ele tem um rosário de crimes que cometeu durante o longo período de atividade parlamentar, intensificando esses crimes nos últimos tempos", enfatizou.
O deputado disse esperar que a prisão "sirva de bom exemplo" e detenha suas ações mesmo fora do mandato, já que se trata de uma pessoa "que tem um grau de periculosidade reconhecido". "No caso dele, é uma prisão aguardada durante bastante tempo".
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