quinta-feira, 20 de outubro de 2016

Tecnologia que transforma CO2 em pedra ajudará no combate ao aquecimento global

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Tecnologia que transforma CO2 em pedra ajudará no combate ao aquecimento global

Cientistas propõem formas de conter o dióxido de carbono antes que chegue à atmosfera
06/07/2016 - 22H24 - ATUALIZADA ÀS 08H01 - POR MARCELO CABRAL
Ideias;Tecnologia;Inovação;Meio Ambiente;Carbfix O projeto, realizado na Islândia, é bancado por EUA e União Europeia (Foto: AP)
Na gelada Islândia, um grupo de cientistas está fazendo o mesmo que uma figura mitológica, a Medusa – eles transformam seus inimigos em pedra. No caso, o vilão a ser combatido é o dióxido de carbono, o CO2, considerado o principal motor do efeito estufa, responsável pelo aquecimento global.
Os pesquisadores fazem parte do CarbFix, um projeto patrocinado em conjunto pelos Estados Unidos e pela União Europeia. Ele tem como meta propor formas para conter o CO2 antes que ele alcance a atmosfera. A principal estratégia adotada pelo grupo é desenvolver uma técnica conhecida como Captura e Armazenamento de Carbono (CCS, na sigla em inglês). Ela consiste em reter o gás produzido pelas indústrias e injetá-lo em locais como poços de petróleo abandonados.
O CCS, porém, nunca ofereceu uma solução completa para o problema. Como se acreditava que o gás capturado levasse milhares de anos para se solidificar, havia o receio de que terremotos ou escavações pudessem liberá-lo novamente na atmosfera. Desta vez, no entanto, a conversa parece ser diferente. Dois anos atrás, a equipe do CarbFix injetou 230 toneladas de CO2, misturadas com água, no subsolo islandês. No início deste ano, ao monitorar a evolução do trabalho, veio a surpresa: perto de 95% do gás armazenado havia sido convertido em rocha. “Dois anos é um tempo incrivelmente rápido para essa mudança”, diz Juerg Matter, um dos integrantes do grupo .
O segredo do sucesso? Segundo os resultados iniciais, é o fato de que o solo local, basáltico, apresenta altos teores de substâncias como cálcio, ferro e magnésio, que aceleram a mineralização, ou seja, o “efeito Medusa”. Outra boa notícia é que solos similares ao do local da experiência, do tipo basáltico, são comuns ao redor do mundo, o que pode facilitar a reprodução do sistema em outros países. O próximo passo dos pesquisadores é aumentar a escala do processo para checar se ele atinge os mesmos resultados. A partir de agora, serão injetadas 5 mil toneladas de CO2 debaixo da terra. Caso funcione, o método poderá ser empregado por governos como parte de seus programas de combate ao aquecimento global.


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