quinta-feira, 20 de outubro de 2016

Oi vai contratar nova assessora financeira

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G1 globo.com

ÉPOCA NEGÓCIOS 



Oi vai contratar nova assessora financeira

Segundo fontes, Alvarez & Marsal vai substituir americana PJT para negociar com credor
20/10/2016 - 07H54 - ATUALIZADA ÀS 07H54 - POR AGÊNCIA O GLOBO
Logo da operadora de telefonia Oi no Rio de Janeiro (Foto: Nacho Doce/Reuters)
As mudanças no Conselho de Administração da Oi, anunciadas há um mês, precisarão passar não só pela anuência da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) como também podem estar sujeitas a determinadas condições para que a autarquia aprove a indicação de dois novos conselheiros pela Société Mondiale, afirmou ontem Juarez Quadros, presidente da agência reguladora. A Société Mondiale tem entre seus gestores o empresário Nelson Tanure.
"Toda alteração na sociedade necessita de uma anuência prévia. Esta análise já está em curso, mas não há prazo. E podemos dar a anuência com algumas condicionantes", afirmou após participar da Futurecom 2016. No entanto, o dirigente não exemplificou quais poderiam ser essas condicionantes.
O fundo de investimentos Société Mondiale tem participação de 6,32% da Oi, mas fez um acordo com a portuguesa Pharol, que possui uma fatia de 22,24% na empresa de telefonia, para indicar dois integrantes do Conselho: Demian Fiocca, ex-presidente do BNDES, e Helio Costa, ex-ministro das Telecomunicações.
Troca de assessor financeiro
Quadros reiterou que a autarquia está preparada para intervir na Oi, caso necessário.
"Esperamos que não tenha essa necessidade, mas temos o dever legal de estarmos preparados e já temos uma experiência nesse sentido."
A Oi está em negociações finais para contratar a consultoria Alvarez & Marsal como sua nova assessora financeira. A Alvarez vai substituir a americana PJT. Segundo uma fonte envolvida no processo, a Alvarez terá o papel de negociar com os credores a dívida da Oi, de cerca de R$ 65 bilhões. A PJT tinha um contrato total estimado em cerca de R$ 30 milhões, segundo fontes.
De acordo com uma fonte a par das conversas, a PJT enfrentou forte rejeição do plano apresentado pela Oi na negociação com credores. O plano prevê redução de 70% no valor da dívida dos donos de títulos (bondholders). O contrato firmado com a PJT foi alvo de críticas por parte dos acionistas da tele, que consideram o valor alto demais.
"A Alvarez terá carta branca para buscar a melhor forma de negociação", disse a fonte.
O presidente da Oi, Marco Schroeder, disse estar confiante na recuperação da empresa:
"Tenho convicção de que vamos chegar a um acordo. Isso é do interesse de todos, dos credores, fornecedores e usuários, e vamos conseguir equacionar esse problema."
Mas para reduzir sua dívida, a expectativa é que a companhia venda parte de seus ativos, o que tem atraído a atenção dos concorrentes.
A América Móvil, dona no Brasil de Claro, Embratel e NET, tem interesse em algumas operações caso sejam colocadas à venda.
O presidente da holding de capital mexicano, José Félix, afirmou que o preço seria importante nesse processo.
"A América Móvil está interessada, está observando. É papel dela fazer isso. Pode ter algo em fibra ótica à venda ou alguma operação de celular. Isso estamos acompanhando de perto, mas não é um interesse na empresa", disse, reiterando que só avaliaria qualquer operação se as condições forem atraentes. "Se o preço for muito alto, porque pode ter muitos interessados, a gente não tem interesse, está fora."
Stefano de Angelis, presidente da Tim, afirmou que acompanha o caso da recuperação da Oi, mas descarta a compra da tele em recuperação judicial.
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