terça-feira, 4 de outubro de 2016

Rio tem 38,1% de votos nulos, brancos e não comparecimento

ACORDA BRASIL MUDA .

ANTES QUE SEJA TARDE DEMAIS .
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BRASIL NO SEU DIA A DIA .


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BOM DIA PARA TODOS OS AMIGOS .

Em todo o Brasil milhões de Brasileiros estão dizendo Não para os políticos negando-se a escolher um candidato a tendencia e de aumentar cada vez mais se não houver uma reforma politica no Brasil .   


Fonte de informação .

G1 globo.com


03/10/2016 11h15 - Atualizado em 03/10/2016 18h46

Rio tem 38,1% de votos nulos, brancos e não comparecimento

Mais de um milhão de eleitores não compareceu às urnas. 
Nulos e brancos somaram 18,26%, maior índice desde 1996.

Do G1 Rio
A maior taxa de abstenção entre as capitais em 2016 e o maior índice de votos brancos e nulos desde a implementação das urnas eletrônicas, em 1996, foram registrados no município do Rio de Janeiro durante a votação do primeiro turno, no último domingo (2). Somados, 38,1% dos eleitores da cidade não confiou a nenhum candidato o seu voto para a cidade.
A capital teve 3.708.857 votos e 1.189.187 abstenções - total de 4.898.044 eleitores . Somadas as abstenções aos brancos (204.110) e nulos (473.324), chega-se a 1.866.612 eleitores que não votaram em candidato algum. O número equivale a 38,1% dos eleitores do município.
(Correção: ao ser publicada, esta reportagem errou ao informar que que o Rio teve 42,54% de votos nulos, brancos e não comparecimento. A informação foi corrigidas às 18h46 do dia 3 de outubro).
"Isso, de fato, deve estar refletindo uma insatisfação muito grande do sistema político. Quando eu falo em sistema político estou falando em partidos politicos, os próprios políticos e também as casas legislativas, o poder executivo. Quer dizer, há uma instisfação muito grande hoje da maneira como o sistema político está funcionando e certamente os problemas que ele vem enfrentando: escândalos, ineficiência, problemas que certamente hoje a população brasileira conhece bem", afirmou o cientista político Ricardo Ismael.
O cientista político Jairo Nicolau mantém um registro do histórico de abstenções desde que as urnas eletrônicas começaram a ser usadas. Em 1996, as abstenções foram de 16,4% dos votos. Em 2000, 19,1%. Em 2004, essa taxa caiu, em 2008, voltou a subir, em 2012 passou dos 20%, chegando a 24,28% em 2016.
"Você teve um milhão e 866 mil eleitores cariocas aptos a votar que ou se ausentaram ou votaram branco e nulo. Se esse elitorado tivesse comparecido, poderia ter mudado o resultado do segundo turno. O problema é que na verdade na hora em que você se ausenta, vota branco e nulo, você não ajuda esse processo de renovação de liderança e de novos valores", afirma.


 
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