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Dois delatores da Odebrecht denunciaram “pagamento de vantagem indevida não contabilizada” para o senador Fernando Collor de Mello (PTC-AL), durante a campanha eleitoral de 2010, no valor de 800 000 reais. O dinheiro saiu do Setor de Operações Estruturadas da Odebrecht, como era chamado o departamento da propina. Na Odebrecht, Collor de Mello era chamado de “Roxinho”. O ministro relator da Lava-Jato no Supremo, Edson Fachin, determinou o levantamento do sigilo e instaurou inquérito. Collor declarou gastos de 3,3 milhões em sua campanha para governador de Alagoas pelo PTB, em 2010, mas o nome da Odebrecht não aparece entre os doadores oficiais.
A propina para Collor foi revelada por dois executivos da Odebrecht Ambiental. Eles declararam que os pagamentos foram acertados na residência do senador em Alagoas. A contrapartida pelos pagamentos ficou clara. Collor ganharia dinheiro sujo da Odebrecht para “enfrentar o corporativismo” da Companhia de Saneamento de Alagoas, a Casal, que contrariava interesses da Odebrecht no estado. Um dos delatores, o ex-presidente da Odebrecht Ambiental Fernando Reis entregou prova documental do pagamento em espécie a Collor. Segundo o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, “o recebimento de valores a pretexto de doação eleitoral pode configurar verdadeiro ato de corrupção”.
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