quinta-feira, 7 de março de 2019

Em visita ao Brasil, presidente do Paraguai vai discutir economia e Venezuela com Bolsonaro

ORDEM E PROGRESSO SEMPRE NO BRASIL .

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Fonte de informação .
G1 globo.com

POLÍTICA
Por Mateus Rodrigues, TV Globo — Brasília
 

O presidente Jair Bolsonaro recebe, na próxima terça-feira (12), visita oficial do presidente paraguaio Mario Abdo Benítez. O foco das reuniões oficiais deve ser na agenda econômica e nos próximos passos adotados pelos países em relação à crise política na Venezuela.
Brasil e Paraguai fazem parte do Grupo de Lima que não reconhece a legitimidade do segundo mandato de Nicolás Maduro na comando da Venezuela.
O grupo considera que a eleição na Venezuela não foi livre, nem transparente, e apoia o autoproclamado presidente interino da Venezuela, Juan Guaidó. No início de janeiro, o governo do Paraguai anunciou rompimento das relações com a Venezuela.
O Grupo de Lima foi criado em 2017 por iniciativa do governo peruano e com o objetivo de pressionar para o restabelecimento da democracia na Venezuela. O grupo é formado por: Argentina, Brasil, Canadá, Colômbia, Costa Rica, Chile, Guatemala, Guiana, Honduras, México, Panamá, Paraguai e Peru.
Segundo o secretário de Negociações Bilaterais e Regionais nas Américas, embaixador Pedro Miguel da Costa e Silva, os governos de Brasil e Paraguai estão "muito alinhados" nas relações bilaterais e com os outros países, "principalmente em relação à Venezuela". O futuro do Mercosul e as agendas internas de cada país também devem entrar na pauta.
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Grupo de Lima se reuniu há uma semana no Peru para discutir crise da Venezuela
Sobre a agenda econômica entre os dois países, um dos principais pontos da agenda econômica é a construção de duas novas pontes ligando Brasil e Paraguai – uma em Foz do Iguaçu (PR), e outra em Porto Murtinho (MS). A previsão é de que as obras durem cerca de três anos e custem cerca de R$ 70 milhões, sendo que cada país vai custear uma delas.
O embaixador também citou preocupações compartilhadas entre os dois chefes de Estado, "como o combate aos ilícitos transnacionais, os desafios nas fronteiras, temas de segurança, temas de defesa. Evidentemente, vamos falar de comércio também."
Na última semana, Bolsonaro e Benítez se encontraram na cerimônia de posse do novo diretor-geral brasileiro da usina de Itaipu Binacional, general Joaquim Silva e Luna. Segundo o Itamaraty, no entanto, não há previsão de nenhum anúncio ou assinatura nas próximas semanas. O tratado assinado entre os países para viabilizar a usina expira em 2023.
O encontro de Bolsonaro e Benítez no Brasil prevê uma reunião fechada entre os chefes de Estado, seguida de uma reunião ampliada com ministros, um almoço e uma coletiva de imprensa. A lista de autoridades paraguaias na comitiva de Benítez não tinha sido fechada até esta quinta (7).
O presidente da República, Jair Bolsonaro, durante encontro com o presidente do Paraguai, Mário Abdo Benitez, em fevereiro, no Palácio do Planalto — Foto: Alan Santos/Presidência da RepúblicaO presidente da República, Jair Bolsonaro, durante encontro com o presidente do Paraguai, Mário Abdo Benitez, em fevereiro, no Palácio do Planalto — Foto: Alan Santos/Presidência da República
O presidente da República, Jair Bolsonaro, durante encontro com o presidente do Paraguai, Mário Abdo Benitez, em fevereiro, no Palácio do Planalto — Foto: Alan Santos/Presidência da República

As pontes

Uma das pontes a serem construídas entre Brasil e Paraguai ligará Foz do Iguaçu à cidade paraguaia de Presidente Franco, passando pelo Rio Paraná. A ideia é aliviar o fluxo de cargas sobre a Ponte da Amizade, que liga Foz do Iguaçu a Ciudad del Este. Essa obra deve ser custeada pela Itaipu Binacional e, segundo o governo, as obras devem começar ainda em 2019.
A segunda ponte é prevista entre Porto Murtinho (MS) e Carmelo Peralta, sobre o Rio Paraguai. Neste caso, a intenção é melhorar a ligação entre os produtores do Centro-Oeste e os portos no norte do Chile, dentro do pacote de integração conhecido como "Corredor Bioceânico".
Neste caso, o acordo que já foi firmado prevê divisão de custos entre Brasil e Paraguai. O Itamaraty diz que o governo do Paraguai já se comprometeu a arcar com o valor total em uma declaração conjunta, mas a mudança ainda terá de ser aprovada pelo Legislativo dos dois países.
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