quinta-feira, 13 de julho de 2017

Condenação de Lula tem repercussão imediata no Congresso

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15/05/2017 07:54 horas .

Fonte de informação

G1 globo.com

Edição do dia 12/07/2017
12/07/2017 21h39 - Atualizado em 12/07/2017 22h10

Condenação de Lula tem repercussão imediata no Congresso

Gleisi Hoffmann (PT) disse confiar na absolvição de Lula em outra instância.
Para Ana Amélia (PP), decisão é um exemplo contra a impunidade.

A condenação de Luiz Inácio Lula da Silva repercutiu imediatamente no Congresso. Entrevistas e discursos calorosos. Aliados do ex-presidente na Câmara e no Senado reagiram assim que a sentença saiu. O senador Humberto Costa (PT-PE), investigado na Lava Jato, falou em decisão frágil, sem provas.
“O juiz Moro elaborou uma tese que queria confirmar essa tese de todas as maneiras. E à medida que foi ouvindo depoimentos, levantando provas, e não encontrando nada que pudesse comprovar qualquer tipo de participação criminosa de Lula, ele então se viu numa armadilha por ele próprio criada, que o obriga a tomar essa decisão agora”, disse.
O líder do PT na Câmara, Carlos Zarattini, chamou a condenação de atitude política. “É na verdade uma decisão política que tem que ter o repúdio do povo brasileiro porque ela atropela a democracia, atropela todos os processos jurídicos”, afirmou. 
Petistas já aguardavam essa sentença e já tinham uma estratégia definida: desqualificar a decisão do juiz Sérgio Moro. O tom dos discursos era apontar a falta de provas e que delações não são suficientes para condenar.
A senadora Gleisi Hoffmann, ré na Lava Jato e presidente do PT, disse que confia na absolvição de Lula em outra instância.
“O processo do Vaccari já demonstrou isso e foi uma desautorização às condenações políticas e sem provas do juiz Sérgio Moro. Se o Tribunal Regional Federal da 4ª Região mantiver a mesma forma e o mesmo entendimento que teve no julgamento do Vaccari, o presidente Lula vai ser inocentado. Não tenho a menor dúvida sobre isso”, disse.
Senadores do DEM e do PSDB reagiram. Defenderam a decisão de Moro, reforçaram que a sentença é resultado de um conjunto de provas técnicas e robustas contra o ex-presidente.

O senador Paulo Bauer, do PSDB, afirmou que não houve julgamento político e que a lei deve valer para todos.
“Ninguém está acima da lei, e a lei foi feita para ser cumprida por todos os cidadãos brasileiros. É evidente que a Justiça Federal no Paraná, ao analisar as evidências e os fatos do processo no qual estava envolvido o ex-presidente, decidiu pela aplicação de uma penalidade, e não o faria sem ter a segurança de estar fazendo o que é correto e o que é legal”, afirmou.
A senadora Ana Amélia, do Partido Progressista (PP), disse que a decisão que condenou Lula é um exemplo contra a impunidade:
“Não tem nenhuma obrigação o juiz Sérgio Moro a não ser cumprir com o seu dever de passar o Brasil a limpo dessa impunidade que tanto choca os brasileiros. Agora, felizmente, com a Lava Jato estamos vendo que a lei é igual para todos, porque antes, é como eu disse, só pobres, ladrões de galinha ou negros iam para a cadeia. Agora não. Os poderosos, mesmo aqueles que podem constituir advogados e escritórios de renome e, portanto, caros, estão também presos, porque a lei é igual para todos.”
O deputado Efraim Filho, do DEM, disse que a condenação de Lula é uma lição:
“É uma sentença que representa uma lição de cidadania ao povo brasileiro. Acabou-se o tempo em que os mais poderosos não enfrentavam a Justiça.”
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