quinta-feira, 13 de julho de 2017

Sentença terá que ser confirmada pelo Tribunal Regional Federal

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15/05/2017 07:54 horas .

Fonte de informação

G1 globo.com

Edição do dia 12/07/2017
12/07/2017 21h15 - Atualizado em 12/07/2017 22h05

Sentença terá que ser confirmada pelo Tribunal Regional Federal

TRF da 4ª Região, em Porto Alegre, vai julgar recurso da defesa.
Se condenação for confirmada, Lula terá que cumprir a pena.

A sentença do juiz Moro é de primeira instância. Isso significa que ela terá que ser confirmada por um colegiado de desembargadores, no caso, a 8ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, sediado em Porto Alegre.
Os três desembargadores julgarão a apelação da defesa do ex-presidente Lula e podem rejeitar, aceitar ou modificar a decisão tomada nesta quarta-feira (12) por Sérgio Moro.
O Supremo Tribunal Federal já determinou que, a partir da confirmação da sentença por essa segunda instância, o condenado passa a cumprir a pena de prisão e se torna ficha-suja, ou seja, não poderá disputar eleições.
A condenação do ex-presidente Lula marca o início de uma nova batalha jurídica. Com a decisão do juiz Sérgio Moro, o ex-presidente vai poder recorrer em liberdade.
“A defesa tem um prazo a contar de quando for intimado tanto o advogado quanto o condenado, no caso o presidente Lula, de cinco dias para apelar. Recebida essa apelação, a defesa passa a ter um prazo de oito dias para apresentar as razões. Aí é uma opção da defesa: ela pode optar por apresentar as razões perante o juiz Sérgio Moro em primeiro grau ou esperar o processo esperar chegar ao Tribunal Regional Federal da 4ª Região para apresentar as razões no tribunal”, disse Gustavo Badaró, professor de processo penal da USP.
O processo do tríplex sai de Curitiba e segue para Porto Alegre, onde fica o Tribunal Regional Federal da 4ª Região, responsável por analisar, na segunda instância, os processos da Justiça Federal do Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina.
A ação contra o ex-presidente vai direto para a mesa do desembargador João Pedro Gebran Neto, relator dos processos da Lava Jato. É ele quem vai analisar os argumentos dos advogados e do Ministério Público. Os procuradores da Lava Jato disseram que vão recorrer de alguns pontos da sentença, inclusive para aumentar a pena imposta ao ex-presidente.
Depois de analisar as provas, ouvir os advogados e o Ministério Público, o desembargador relator prepara um voto com as suas conclusões. O desembargador pode modificar a decisão do juiz Sérgio Moro e, inclusive, absolver o ex-presidente Lula.
O processo, então, vai para uma sessão de julgamento na 8ª Turma, formada por Gebran Neto e outros dois desembargadores: Leandro Paulsen e Victor Laus. Eles podem seguir ou não o voto do relator. A decisão final é por maioria de votos.
“A sentença pode ser revista para os dois lados. Tanto a pena pode ser aumentada como pode ser diminuída ou até absolvido dessas acusações”, explica Thiago Bottino, professor de direito da FGV.
O julgamento no Tribunal Regional Federal da 4ª Região demora, em média, de dez meses a um ano.
O futuro político e pessoal do ex-presidente Lula depende desses três desembargadores. É a partir da decisão deles que Lula vai saber se terá de cumprir as penas impostas pelo juiz Sérgio Moro, nove anos e meio de prisão e 19 anos proibido de exercer qualquer mandato político ou função pública.
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