terça-feira, 11 de julho de 2017

Pezão diz que espera assinar acordo de ajuda com União em 1º de agosto

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15/05/2017 07:54 horas .

Fonte de informação

G1 globo.com

Pezão diz que espera assinar acordo de ajuda com União em 1º de agosto

Após reunião com ministro Henrique Meirelles, governador do Rio disse que expectativa é regularizar situação das folhas de pagamento atrasadas do servidores até meados de setembro.

Por Alexandro Martello, G1, Brasília
 
Governador do Rio, Luiz Fernando Pezão, em entrevista após reunião com o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles
O governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão, disse nesta terça-feira (11), após reunião com o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, em Brasília, que espera assinar no próximo dia 1º de agosto o acordo de refinanciamento de sua dívida com a União.
Pezão afirmou que efetuou nesta terça-feira (11) o pagamento do salário de abril de todos os servidores e acrescentou que na próxima sexta (14) realizará o depósito dos salários dos funcionários de Educação e Segurança, relativos ao mês de maio.
O estado é o que passa pela mais grave crise fiscal no país. Nos últimos meses, o governo estadual vem atrasando salários e aposentadorias de servidores, e enfrentrou protestos por conta disso.
"A gente espera, no mais tardar, no final de agosto, meados de setembro, estar com todas as folhas em dia, depois de assinado aqui [o acordo com o governo federal]", afirmou Pezão.
Após formalizado o acordo com o Rio de Janeiro, o estado poderá deixar de pagar suas dívidas com a União por até 36 meses. Porém, o governo federal está exigindo uma série de contrapartidas – ações que o governo fluminense terá que implementar em troca desse socorro.

Trâmite no governo

Antes de assinar o acordo, o governador informou que o governo precisa regulamentar a lei que prevê a recuperação fiscal dos estados em crise financeira, sancionada em maio pelo presidente Michel Temer.
Segundo ele, a expectativa do ministro Henrique Meirelles é de que o decreto que regulamenta a lei seja enviado para a Casa Civil na próxima sexta-feira (14) ou na segunda-feira da próxima semana (17).
Na Casa Civil, porém, ele informou que há um prazo de análise. "Então, isso é um prazo que tem lá, de cerca de duas semanas, mas eu vou pedir muito ao ministro [Eliseu] Padilha que seja ágil e rápido para a gente", afirmou.

Termo de compromisso assinado em janeiro

Na ocasião, o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, informou que a previsão é que as medidas a serem implementadas pelo governo fluminense levem a um aumento de R$ 1,2 bilhão na arrecadação e a um corte de gastos de R$ 9 bilhões, apenas em 2017.
Para fechar as contas, e suspender o pagamento de sua dívida com a União por até 36 meses, o governo do Rio de Janeiro buscará empréstimos junto a instituições financeiras e dará como garantia recursos da privatização da Companhia Estadual de Águas e Esgotos (Cedae) e de "royalties" futuros do petróleo, além de renegociar dívidas.
O estado também terá que elevar a alíquota da contribuição previdenciária de servidores públicos, de 11% para 14% - o que já foi aprovado pela Assembleia Legislativa do Estado.
Pezão afirmou nesta quinta-feira a jornalistas, após reunião com o ministro Meirelles em Brasília, que o governo do Rio de Janeiro mostrou, à equipe econômica, suas estimativas de receitas. Segundo ele, a União pede que o estado comprove os números apresentados.
"A gente tem uma burocracia. A gente tem de entregar uma serie de documentações que estavam aqui informalmente, agora oficialmente. Tem tudo isso", explicou ele.
 
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