terça-feira, 18 de julho de 2017

TRF-1 mantém prisão domiciliar de ex-ministro Geddel Vieira Lima

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15/05/2017 07:54 horas .

Fonte de informação

G1 globo.com

TRF-1 mantém prisão domiciliar de ex-ministro Geddel Vieira Lima

Tribunal também decidiu que, por falta de tornozeleira eletrônica, monitoramento de Geddel pela PF poderá ser feito por outros instrumentos.

Por Renan Ramalho, G1, Brasília
 
Geddel foi preso no início de julho, mas foi autorizado pela Justiça a cumprir prisão domiciliar (Foto: Dida Sampaio, Estadão Conteúdo)Geddel foi preso no início de julho, mas foi autorizado pela Justiça a cumprir prisão domiciliar (Foto: Dida Sampaio, Estadão Conteúdo)
Geddel foi preso no início de julho, mas foi autorizado pela Justiça a cumprir prisão domiciliar (Foto: Dida Sampaio, Estadão Conteúdo)
O Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1) manteve nesta terça-feira (18) decisão da semana passada que concedeu prisão domiciliar ao ex-ministro Geddel Vieira Lima, em substituição à prisão preventiva (antes de condenação ou absolvição).
A prisão domiciliar, com as demais restrições, foi concedida na última quarta (12) pelo desembargador Ney Bello. Como tratou-se de decisão liminar de um desembargador, o caso teve de ser analisado pelo plenário da 3ª Turma do TRF.
Nesta terça, Ney Bello foi acompanhado pelos juízes substitutos Guilherme Mendonça Doehler e George Ribeiro da Silva.
Por unanimidade, os três desembargadores que compõem a 3ª Turma entenderam que o encarceramento era medida desproporcional à suspeita, levantada pelo Ministério Público, de que Geddel estaria pressionando a mulher do doleiro Lúcio Funaro, preso desde junho do ano passado, para que ele não fizesse delação premiada.
Além de permanecer em casa e ficar proibido de contato com outros investigados e seus familiares, Geddel também deverá ser monitorado pela Polícia Federal.
Pela falta de tornozeleira eletrônica disponível na Bahia, o monitoramento – para fiscalizar se ele está se deslocando de sua residência, por exemplo – poderá ser feito por outros instrumentos, decidiu o TRF-1. O tribunal não especificou o instrumento a ser usado.
Em seu voto, Ney Bello, relator do caso, considerou que a única base para o pedido de prisão eram ligações que Geddel teria feito a Raquel Pitta, mulher de Funaro. Ao analisar depoimento dela, o magistrado considerou que não houve “ofensa, agressão, coação, cooptação, proposta indecorosa, financeira ou moral”.
“Vamos prender alguém para que não use o telefone, sendo que tinha o direito de fazê-lo? Até mesmo a domiciliar é um canhão para matar um mosquito. Ela sofre de proporcionalidade. Estou tirando o direito de ir e vir, para que ele não ligue para seis ou oito pessoas?”, afirmou no julgamento.
Fabricantes de tornozeleiras eletrônicas garantem que há produto suficiente no mercado
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