quinta-feira, 30 de maio de 2019

Incerteza elevada: economia real sofre, e indústria vira retrato do marasmo

ORDEM E PROGRESSO SEMPRE NO BRASIL .

Resultado de imagem para bandeira do brasil
                                                                                     
ACORDA BRASIL MUDA .
ANTES QUE SEJA TARDE DEMAIS .


Marco Marques .
Projetos EAS Geração de Energia Elétrica Auto Sustentável unica no mundo .
Porto Alegre RS Brasil 

Tudo e totalmente gratuito sem nenhum retorno financeiro . 



Projetos EAS Geração de Energia Elétrica Auto Sustentável .
Unica no mundo .
Queremos um novo Brasil .
Porto Alegre .
Rio Grande do Sul .
Brasil .

Projetos EAS geração de energia elétrica auto sustentável único no mundo só depende do governo brasileiro ou do BNDES .

Fonte de informação .
G1 globo.com

ECONOMIA
Por Luiz Guilherme Gerbelli, G1
 

Num ambiente dominado pela incerteza neste início de ano, empresários e consumidores estão menos confiantes com relação ao desempenho da economia brasileira. Logo, investem e compram menos do que o esperado. O resultado é que todos os setores mostram uma fraqueza.
O cenário mais difícil tem sido enfrentado pela indústria. Antes de a crise se enraizar de vez pela economia brasileira, a partir de 2014, o setor já dava sinais de alerta com a perda de competitividade. No entanto, desde o ano passado, houve uma nova escalada na crise, e a indústria voltou a perder ritmo. Neste primeiro trimestre, apenas cinco setores tiveram avanço na produção.
"A trajetória da indústria preocupa muito", afirma o economista-chefe do Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (Iedi), Rafael Cagnin. "E é um movimento generalizado, o sinal é negativo para vários setores."
Um trimestre para esquecer — Foto: Roberta Jaworski/Arte G1Um trimestre para esquecer — Foto: Roberta Jaworski/Arte G1
Um trimestre para esquecer — Foto: Roberta Jaworski/Arte G1
A indústria tem lidado com uma combinação bastante perversa neste início de ano. Além da fraca retomada da economia local, o setor é afetado por vários choques, como a tragédia em Brumadinho, com fortes impactos para o setor extrativista; os reflexos provocados pela greve dos caminhoneiros; a desaceleração do comércio global; e a crise econômica da Argentina - o país é um importante importador de produtos manufaturados do Brasil.
"Depois da greve dos caminhoneiros, a indústria não sustentou mais uma recuperação que vinha se observando", afirma o gerente-executivo de política econômica da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Flávio Castelo Branco. "Os dados deste ano não são animadores. Não há nem um crescimento, o setor está numa situação de pequena queda."
 Vários setores estão acumulando resultados negativos e há pouca expectativa de retomada — Foto: Celso Tavares/G1 Vários setores estão acumulando resultados negativos e há pouca expectativa de retomada — Foto: Celso Tavares/G1
Vários setores estão acumulando resultados negativos e há pouca expectativa de retomada — Foto: Celso Tavares/G1
O ponto mais preocupante é que os resultados negativos estão se acumulando em vários segmentos e há pouca expectativa de retomada - ao menos por ora. A produção industrial do setor têxtil e de vestuário, por exemplo, recua há quatro trimestres seguidos.
"O país não está crescendo e falta demanda. As pessoas estão com medo, e os empresários estão aguardando. A economia não anda com tanta incerteza", diz o presidente da Abit (Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção), Fernando Pimentel.
No chão de fábrica, os empresários estão sendo obrigados a promover uma série de ajustes na sua produção para conseguirem sobreviver. Dono da Anfra Tecidos, o empresário Ramiro Palma reduziu a sua produção e diminuiu o quadro de funcionários de 65 para 50.
"As empresas estão fazendo a lição de casa dentro do possível, repensando o negócio, procurando novas formas de trabalhar, novos produtos e nichos de mercado. Tudo para minimizar o impacto da crise", afirma Palma.
    13
     
    COMENTÁRIOS
    Os comentários são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião deste site. Se achar algo que viole os termos de uso, denuncie. Leia as perguntas mais frequentes para saber o que é impróprio ou ilegal.

    Incerteza elevada: economia real sofre, e indústria vira retrato do marasmo

    ORDEM E PROGRESSO SEMPRE NO BRASIL .

    Resultado de imagem para bandeira do brasil
                                                                                         
    ACORDA BRASIL MUDA .
    ANTES QUE SEJA TARDE DEMAIS .


    Marco Marques .
    Projetos EAS Geração de Energia Elétrica Auto Sustentável unica no mundo .
    Porto Alegre RS Brasil 

    Tudo e totalmente gratuito sem nenhum retorno financeiro . 



    Projetos EAS Geração de Energia Elétrica Auto Sustentável .
    Unica no mundo .
    Queremos um novo Brasil .
    Porto Alegre .
    Rio Grande do Sul .
    Brasil .

    Projetos EAS geração de energia elétrica auto sustentável único no mundo só depende do governo brasileiro ou do BNDES .

    Fonte de informação .
    G1 globo.com


    ECONOMIA
    Por Luiz Guilherme Gerbelli, G1
     

    Num ambiente dominado pela incerteza neste início de ano, empresários e consumidores estão menos confiantes com relação ao desempenho da economia brasileira. Logo, investem e compram menos do que o esperado. O resultado é que todos os setores mostram uma fraqueza.
    O cenário mais difícil tem sido enfrentado pela indústria. Antes de a crise se enraizar de vez pela economia brasileira, a partir de 2014, o setor já dava sinais de alerta com a perda de competitividade. No entanto, desde o ano passado, houve uma nova escalada na crise, e a indústria voltou a perder ritmo. Neste primeiro trimestre, apenas cinco setores tiveram avanço na produção.
    "A trajetória da indústria preocupa muito", afirma o economista-chefe do Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (Iedi), Rafael Cagnin. "E é um movimento generalizado, o sinal é negativo para vários setores."
    Um trimestre para esquecer — Foto: Roberta Jaworski/Arte G1Um trimestre para esquecer — Foto: Roberta Jaworski/Arte G1
    Um trimestre para esquecer — Foto: Roberta Jaworski/Arte G1
    A indústria tem lidado com uma combinação bastante perversa neste início de ano. Além da fraca retomada da economia local, o setor é afetado por vários choques, como a tragédia em Brumadinho, com fortes impactos para o setor extrativista; os reflexos provocados pela greve dos caminhoneiros; a desaceleração do comércio global; e a crise econômica da Argentina - o país é um importante importador de produtos manufaturados do Brasil.
    "Depois da greve dos caminhoneiros, a indústria não sustentou mais uma recuperação que vinha se observando", afirma o gerente-executivo de política econômica da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Flávio Castelo Branco. "Os dados deste ano não são animadores. Não há nem um crescimento, o setor está numa situação de pequena queda."
     Vários setores estão acumulando resultados negativos e há pouca expectativa de retomada — Foto: Celso Tavares/G1 Vários setores estão acumulando resultados negativos e há pouca expectativa de retomada — Foto: Celso Tavares/G1
    Vários setores estão acumulando resultados negativos e há pouca expectativa de retomada — Foto: Celso Tavares/G1
    O ponto mais preocupante é que os resultados negativos estão se acumulando em vários segmentos e há pouca expectativa de retomada - ao menos por ora. A produção industrial do setor têxtil e de vestuário, por exemplo, recua há quatro trimestres seguidos.
    "O país não está crescendo e falta demanda. As pessoas estão com medo, e os empresários estão aguardando. A economia não anda com tanta incerteza", diz o presidente da Abit (Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção), Fernando Pimentel.
    No chão de fábrica, os empresários estão sendo obrigados a promover uma série de ajustes na sua produção para conseguirem sobreviver. Dono da Anfra Tecidos, o empresário Ramiro Palma reduziu a sua produção e diminuiu o quadro de funcionários de 65 para 50.
    "As empresas estão fazendo a lição de casa dentro do possível, repensando o negócio, procurando novas formas de trabalhar, novos produtos e nichos de mercado. Tudo para minimizar o impacto da crise", afirma Palma.
      Veja também
      JA 2ª Edição
      Imagens mostram abuso de técnico em enfermagem na paciente de UTI do hospital, diz polícia
      Homem está preso e se declara inocente. Jovem faleceu dias depois, mas não há confirmação se morte tem ligação com os abusos sexuais.
      29 de mai de 2019 às 20:19
      PróximoPolícia Federal recolhe últimos destroços do avião que caiu com Gabriel Diniz
      13
       
      COMENTÁRIOS
      Os comentários são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião deste site. Se achar algo que viole os termos de uso, denuncie. Leia as perguntas mais frequentes para saber o que é impróprio ou ilegal.