sexta-feira, 27 de maio de 2016

Manifestantes contrários a Nicolás Maduro saem às ruas de Caracas

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FONTE DE INFORMAÇÃO ...

G1globo.com




Edição do dia 18/05/2016
18/05/2016 21h01 - Atualizado em 18/05/2016 21h01

Manifestantes contrários a Nicolás Maduro saem às ruas de Caracas

O protesto contra o presidente terminou em violência, com pedras e bombas de gás na capital da Venezuela.

Venezuela está vivendo um momento de altíssima tensão política. E, mais uma vez, manifestantes contrários ao presidente Nicolás Maduro saíram às ruas da capital, Caracas.
A discussão é com o policial, mas o recado é para o presidente Nicolás Maduro:
"Estamos cansados da corrupção, das filas e da pancadaria", desabafa Javier Lopez. 

Com a inflação mais alta do mundo e uma economia que deve encolher 8% em 2016, o descontentamento é visível nas ruas.
O protesto contra o presidente terminou em violência, com pedras e bombas de gás em Caracas.
A oposição entregou a um membro do conselho eleitoral o pedido de um referendo para tirar Maduro do poder. A consulta popular está prevista na Constituição.
A tensão na Venezuela aumentou no fim de semana, quando Nicolás Maduro decretou estado de emergência, que dá a ele superpoderes, por 60 dias. Maduro alega que a oposição está tramando um golpe com apoio dos Estados Unidos, que nesta quarta-feira (18) criticaram a repressão aos protestos.
O porta-voz do Departamento de Estado disse que é hora de os líderes venezuelanos ouvirem a voz da população.
Na terça-feira (17), Maduro ameaçou a Assembleia Nacional, que desde dezembro é dominada pela oposição. Disse que ela perdeu legitimidade e "é questão de tempo até que desapareça".
Numa mensagem, o secretário-geral da Organização dos Estados Americanos disse que Nicolás Maduro corre o risco de se tornar mais um ditador, como tantos que a América Latina já teve.
Daniel Wilkinson, da ONG Human Rights Watch, diz que discurso do golpe é uma forma de Maduro tirar o foco dos problemas reais, e que, ao decretar estado de emergência, o presidente tirou o poder do Congresso.
"É um regime autoritário que está cada vez pior", afirma.
O líder da oposição, Henrique Caprilles, disse que as Forças Armadas precisam escolher se ficam com a Constituição ou com o presidente.

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