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G1 globo.com
JORNAL NACIONAL
Oposição quer nova eleição para Presidência da Câmara
Cunha passa dia na residência oficial, e direção da Casa, reunida.
Ainda não foi decidido se o presidente afastado manterá benefícios.
Parlamentares da oposição querem uma nova eleição para a Presidência da Câmara dos Deputados. Depois de ser afastado do mandato pelo Supremo Tribunal Federal, Eduardo Cunhavoltou a dizer que não renuncia.
Eduardo Cunha passou o dia na residência oficial da Presidência. Já a direção da Câmara passou o dia reunida e não conseguiu decidir se Cunha terá direito a continuar com benefícios.
“Nós vamos procurar possivelmente fazer uma analogia com a presidente Dilma Rousseff, por exemplo, que deve deixar o poder. Então, você tem dois presidentes de Executivo e Legislativo e a gente vai procurar ter uma regra. Aquilo que eventualmente a Dilma, deixando o mandato tiver, o presidente Eduardo Cunha deve ter”, disse Beto Mansur (PRB-SP).
Mas quem participou da reunião disse que a pressão é grande. Principalmente de parlamentares envolvidos na Lava Jato, que querem que Cunha mantenha alguns benefícios.
Eduardo Cunha tem como deputado direito a cota parlamentar, quase R$ 36 mil, que paga passagens aéreas, gasolina, telefone e o escritório político; a verba de gabinete, mais de R$ 92 mil, que paga o salário dos funcionários do gabinete; e o salário de R$ 33 mil. Ele também vai ter direito a um carro.
A bancada do PSOL reclamou. Afirma em nota que a Câmara quer garantir parte dos privilégios de Eduardo Cunha.
O deputado Júlio Delgado, do PSB, também investigado na Lava Jato, foi outro que criticou:
O deputado Júlio Delgado, do PSB, também investigado na Lava Jato, foi outro que criticou:
“Nós já deixamos a nossa posição clara para que ele não tenha direito a benefícios que hoje, como deputado afastado e presidente afastado, ele se julga ter”.
Deputados que estiveram com Eduardo Cunha afirmaram que ele descarta mesmo renunciar à Presidência e ao mandato. Disse que só sai cassado. Para alguns, Cunha teria usado um tom de ameaça.
Já o presidente em exercício Waldir Maranhão, que também é investigado na Lava Jato e em outros dois inquéritos no Supremo, por suspeita de participar de um suposto esquema de fraudes em fundos de pensão municipais, não apareceu na Câmara nesta sexta.
Passou o dia em reuniões. Para deputados que participaram dos encontros, Maranhão afirmou que a Câmara vai se surpreender com ele. Uma resposta às críticas de que não teria condições de comandar a Casa.
Mas os deputados também disseram que Maranhão pediu uma pauta de votações mais leve nos próximos dias. E ouviu que isso é impossível.
A oposição repetiu nesta sexta que quer novas eleições para a Presidência da Câmara.
“Porque o presidente interino não tem como presidir a Câmara dos Deputados. Ele não guarda as condições necessárias, mínimas para que conduza sessões no plenário da Câmara”, dissePauderney Avelino (DEM-AM).
Na noite desta sexta, Waldir reapareceu diante das câmeras, saindo da casa do aliado Eduardo Cunha. Ninguém falou sobre o encontro.
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