sexta-feira, 14 de novembro de 2014

ACORDA BRASIL MUDA .

A HORA DA MUDANÇA ESTA CHEGANDO .

A hora da mudança esta chegando com todos os projetos do Projeto EAS aguardem para este ano ...

  • Marco Marques Bom dia para todos os amigos tudo de bom para todos um abraço em Porto Alegre um lindo dia com sol uma temperatura agradável de primavera , compartilhe o futuro sustentável com os projetos do Projeto EAS e o Blog projetoeas.blogspot.com.br em breve aguardem para este ano ...

A presidenta Dilma Rousseff aproveitará da cúpula G20 Australia 2014 para se reunir com chefes de Estados. Estão previstos encontros com a chanceler alemã, Angela Merkel; e com os presidentes dos EUA, Barack Obama; da Rússia, Vladimir Putin; e da China, Xi Jinping. O #G20, acontece nesta sexta (14) e sábado (15), de acordo com o horário de Brasília. Acompanhe nossa cobertura: goo.gl/iraj6E #G20 #DilmaNoG20
Foto: A presidenta Dilma Rousseff aproveitará da cúpula G20 Australia 2014 para se reunir com chefes de Estados. Estão previstos encontros com a chanceler alemã, Angela Merkel; e com os presidentes dos EUA, Barack Obama; da Rússia, Vladimir Putin; e da China, Xi Jinping. O #G20, acontece nesta sexta (14) e sábado (15), de acordo com o horário de Brasília. Acompanhe nossa cobertura: goo.gl/iraj6E #G20 #DilmaNoG20

quarta-feira, 12 de novembro de 2014

A FLORESTA DA AMAZÔNIA ESTA SENDO DESTRUÍDA.

ACORDA BRASIL MUDA .
COMPARTILHANDO COM TODOS OS AMIGOS ...


METROS QUADRADOS POR SEGUNDO: A CHAVE DO TAMANHO

PRESERVE AMAZÔNIA PROPÕE NOVOS ÍNDICES PARA A DIVULGAÇÃO DAS TAXAS DE DESMATAMENTO: NINGUÉM É GIGANTE!

314 METROS QUADRADOS POR SEGUNDO - TAXA DE CORTE RASO NA AMAZÔNIA BRASILEIRA EM AGOSTO E SETEMBRO, 162 MIL HECTARES DE FLORESTAS TOTALMENTE DEVASTADOS EM APENAS DOIS MESES

Índices usados atualmente dificultam a compreensão da magnitude do problema e não transmitem a urgência e a gravidade da situação

Após verificar que os índices utilizados para a medição das taxas de desmatamento na Amazônia não permitem à grande maioria das pessoas ter a noção exata da gravidade com que o processo vem ocorrendo, a Preserve Amazônia propõe que o Governo Brasileiro, a imprensa e as diversas instituições que trabalham com a questão ambiental passem a adotar novos índices para a divulgação das taxas de desmatamento e a velocidade com que vem ocorrendo na região, assim como para a área total desmatada em determinado período.

Normalmente são divulgadas em milhares de km2 por ano, as taxas de desmatamento anuais, ou em centenas de km2 por mês, as taxas mensais na Amazônia. A proposta da Preserve é para que as instituições passem a utilizar índice que indique a quantidade de metros quadrados perdidos de floresta por segundo, em vez de km2 por ano.

Marcos Mariani, presidente da Preserve Amazônia, alerta para a situação crítica na região:

- “Esta convenção que se estabeleceu, de se medir o desmatamento da Amazônia indicando a quantidade de km2 de floresta perdidos por ano, não vem contribuindo para a compreensão da magnitude e da gravidade com que o problema vem acontecendo. Ninguém, ou poucas pessoas no mundo, tem uma boa noção do que represente uma área de centenas ou milhares de quilômetros quadrados. Ao se reduzir a velocidade de desmatamento de 10, 12 mil para cerca de 06 mil km2 por ano, tem-se a impressão de que a coisa está sob controle, quando na verdade a situação é muito diferente: as taxas de perda florestal ainda são absurdamente altas na Amazônia”.

- "Para se ter uma ideia da velocidade do desmatamento, nos últimos meses o país vem perdendo área de florestas em uma taxa superior a 300 mts2 por segundo na região. Isto significa dizer que a perda florestal é equivalente a de uma área de um campo de futebol oficial a cada 20 segundos, em média."

- “Acreditamos que a adoção de índices que possam dar ao público uma noção mais próxima da dimensão humana poderá contribuir decisivamente para a compreensão da magnitude e da gravidade do problema que o país vem enfrentando, e que já traz enormes prejuízos à população e à economia brasileira, desde que a produção de energia e de alimentos depende fundamentalmente das chuvas e da umidade oriundas da região norte, diretamente associadas à existência da Floresta Amazônica.

Por isso, entendemos que as taxas que medem o desmatamento na Amazônia devem ser divulgadas utilizando-se o índice de mts2 por segundo, para aferição da velocidade instantânea com que o processo ocorre, ou em hectares por mês ou hectares por ano, neste caso para a aferição e divulgação da área absoluta perdida no período mencionado.

Utilizando índices que consideram a área desmatada em hectares, verificamos que no último ano a perda florestal na região foi próxima de 600 mil hectares, superfície equivalente à área do Distrito Federal. Esta unidade de medida (ha.) é de longe a mais utilizada pelos produtores rurais em suas lavouras e pastagens, o que certamente irá facilitar a compreensão dos mesmos para a gravidade do problema, que, se não for reduzido, acabará prejudicando ainda mais suas atividades econômicas e o seu próprio meio de vida”

No país do futebol, é importante que se saiba: um campo oficial mede aproximadamente 0,6 hectares, ou 6.000 mts2. Nos últimos doze meses a perda florestal na Amazônia foi equivalente à perda da área de um campo de futebol a cada 30 segundos, em média

A cultura do desmatamento não pode continuar prevalecendo! A Floresta Amazônica é Patrimônio Nacional e é nossa principal fonte de água: de hoje em diante, pra medir a devastação, metros quadrados por segundo e hectares, nada de quilômetros quadrados, ninguém aqui é gigante!

Se gostou compartilhe! A Amazônia agradece! 
 — com Rodrigo Netto.
Foto: METROS QUADRADOS POR SEGUNDO: A CHAVE DO TAMANHO

PRESERVE AMAZÔNIA PROPÕE NOVOS ÍNDICES PARA A DIVULGAÇÃO DAS TAXAS DE DESMATAMENTO: NINGUÉM É GIGANTE! 

314 METROS QUADRADOS POR SEGUNDO - TAXA DE CORTE RASO NA AMAZÔNIA BRASILEIRA EM AGOSTO E SETEMBRO, 162 MIL HECTARES DE FLORESTAS TOTALMENTE DEVASTADOS EM APENAS DOIS MESES

Índices usados atualmente dificultam a compreensão da magnitude do problema e não transmitem a urgência e a gravidade da situação

Após verificar que os índices utilizados para a medição das taxas de desmatamento na Amazônia não permitem à grande maioria das pessoas ter a noção exata da gravidade com que o processo vem ocorrendo, a Preserve Amazônia propõe que o Governo Brasileiro, a imprensa e as diversas instituições que trabalham com a questão ambiental passem a adotar novos índices para a divulgação das taxas de desmatamento e a velocidade com que vem ocorrendo na região, assim como para a área total desmatada em determinado período.

Normalmente são divulgadas em milhares de km2 por ano, as taxas de desmatamento anuais, ou em centenas de km2 por mês, as taxas mensais na Amazônia. A proposta da Preserve é para que as instituições passem a utilizar índice que indique a quantidade de metros quadrados perdidos de floresta por segundo, em vez de km2 por ano.

Marcos Mariani, presidente da Preserve Amazônia, alerta para a situação crítica na região:

- “Esta convenção que se estabeleceu, de se medir o desmatamento da Amazônia indicando a quantidade de km2 de floresta perdidos por ano, não vem contribuindo para a compreensão da magnitude e da gravidade com que o problema vem acontecendo. Ninguém, ou poucas pessoas no mundo, tem uma boa noção do que represente uma área de centenas ou milhares de quilômetros quadrados. Ao se reduzir a velocidade de desmatamento de 10, 12 mil para cerca de 06 mil km2 por ano, tem-se a impressão de que a coisa está sob controle, quando na verdade a situação é muito diferente: as taxas de perda florestal ainda são absurdamente altas na Amazônia”. 

- "Para se ter uma ideia da velocidade do desmatamento, nos últimos meses o país vem perdendo área de florestas em uma taxa superior a 300 mts2 por segundo na região. Isto significa dizer que a perda florestal é equivalente a de uma área de um campo de futebol oficial a cada 20 segundos, em média."  

- “Acreditamos que a adoção de índices que possam dar ao público uma noção mais próxima da dimensão humana poderá contribuir decisivamente para a compreensão da magnitude e da gravidade do problema que o país vem enfrentando, e que já traz enormes prejuízos à população e à economia brasileira, desde que a produção de energia e de alimentos depende fundamentalmente das chuvas e da umidade oriundas da região norte, diretamente associadas à existência da Floresta Amazônica.

Por isso, entendemos que as taxas que medem o desmatamento na Amazônia devem ser divulgadas utilizando-se o índice de mts2 por segundo, para aferição da velocidade instantânea com que o processo ocorre, ou em hectares por mês ou hectares por ano, neste caso para a aferição e divulgação da área absoluta perdida no período mencionado. 

Utilizando índices que consideram a área desmatada em hectares, verificamos que no último ano a perda florestal na região foi próxima de 600 mil hectares, superfície equivalente à área do Distrito Federal. Esta unidade de medida (ha.) é de longe a mais utilizada pelos produtores rurais em suas lavouras e pastagens, o que certamente irá facilitar a compreensão dos mesmos para a gravidade do problema, que, se não for reduzido, acabará prejudicando ainda mais suas atividades econômicas e o seu próprio meio de vida”

No país do futebol, é importante que se saiba: um campo oficial mede aproximadamente 0,6 hectares, ou 6.000 mts2. Nos últimos doze meses a perda florestal na Amazônia foi equivalente à perda da área de um campo de futebol a cada 30 segundos, em média

A cultura do desmatamento não pode continuar prevalecendo! A Floresta Amazônica é Patrimônio Nacional e é nossa principal fonte de água: de hoje em diante, pra medir a devastação, metros quadrados por segundo e hectares, nada de quilômetros quadrados, ninguém aqui é gigante!  

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ACORDA BRASIL MUDA .

BOM DIA PARA TODOS OS AMIGOS .

O alerta esta sendo dado quase que diariamente em varias partes do pais o Brasil tem que acordar e mudar para tudo que esta acontecendo .
Não da mais para ignorar os fatos falam por si só existe muitos exemplos que fazem parte da nossa realidade mudanças de atitudes por partes do nossos governantes muito pouco se vê , o combate a os desmatamentos clandestinos que estão destruindo as florestas Brasileiras e as nascentes de água a poluição dos rios assoreamentos dos rios colocam em cheque a nossa sobrevivência .
Com a falta de chuva navegar por alguns rios fica quase impossível e com baixos níveis de água  nos reservatórios hidrelétricas diminuem a produção de energia elétrica .
Em São Paulo e outras regiões passam por uma estiagem esta faltando água para o consumo humano espero que as chuvas venham rápido para ajudar estas regiões , mas tudo esta interligado com as preservações do meio ambientes como por exemplo as destruições das florestas .
O governos Brasileiro tem que adotar novas politicas urgentemente de preservação do meio ambiente antes que seja tarde demais .
ACORDA BRASIL MUDA .
COMPARTILHANDO COM TODOS ...


12/11/2014 08h13 - Atualizado em 12/11/2014 08h13

Exploração econômica contribui para seca do Rio Doce, diz professor do ES

Expedição científica explorou maior rio do estado para diagnóstico.
Equipe viajou por 160 km em Baixo Guandu, Colatina e Linhares.

Do G1 ES, com informações da TV Gazeta*
A exploração econômica das últimas décadas é uma das causas da situação de seca do Rio Doce, no Espírito Santo, de acordo com o professor do Instituto Federal do Espírito Santo (Ifes), Thiago Saquetto. A economia do Norte e Noroeste do estado passam pelo maior rio do Espírito Santo. Uma expedição científica foi realizada no lado capixaba do rio para levantar as principais causas e características da seca.
Esta é a terceira matéria da série de reportagens sobre a Expedição Rio Doce. O objetivo é levantar informações que vão ajudar na elaboração de um diagnóstico a respeito da atual situação do rio. Em sete dias de expedição, especialistas viajaram 160 km pelos municípios de Baixo Guandu, Colatina e Linhares. Em uma primeira análise, a equipe constatou que serão muitos os desafios para a recuperação do rio.
Gado sofre com a falta de chuvas na região Noroeste do Espírito Santo (Foto: Reprodução/ TV Gazeta)Gado sofre com a falta de chuvas na região
Noroeste (Foto: Reprodução/ TV Gazeta)
No pasto amarelado, o grupo encontrou um gado cada vez mais magro. Desde a enchente de dezembro de 2013, não choveu o suficiente no Noroeste do Espírito Santo."O produtor tem que rezar porque daqui a 30 dias não vai ter água para fazer irrigação mais. E o gado, a gente vai perder cerca de 70%", afirmou o gerente de fazenda Florêncio Mantai.
O pescador Luiz Rosa contou que no passado seu pai já previa a seca. "Finado meu pai e minha mãe sempre disseram que daqui a 20, 30 anos eu ia ver o rio morto. E é o que estamos enxergando hoje. O rio não está morrendo, está acabado. Ele não existe. O que eu vi há 50 anos não existe mais. Dava muito peixe e agora não consigo mais pescar. Dava tudo quanto é tipo de peixe", disse.
Das imponentes barragens das hidrelétricas, passando pelo rebanho bovino e por lavouras, como a do cacau, pode-se perceber que a economia do Norte e Noroeste do estado passa pelo Rio Doce.
"A exploração econômica ao longo das últimas décadas, de alguma forma, contribuiu para a situação que a gente encontra no rio hoje. Especialmente, pela demanda da água e pela forma como essas atividades economicas interagem com o Rio Doce. Além de demandar água, parte dos resíduos, de alguma forma vão sendo direcionados para o rio", explicou o professor do Ifes Thiago Saquetto.
A água dos afluentes do Rio Doce servem para irrigar as plantações. É o caso do rio Santa Maria, que nasce na Serra do Gelo, em Santa Teresa, mas quando chega ao Rio Doce não apresenta tanta água. "Segundo a Agência Nacional de Água, 70% da retirada de água para uso dos cursos d'água superficiais são para irrigação. A irrigação feita dentro de um controle pode até reabastecer o lençol freático. O problema é que de forma desordenada esse retorno não é garantido para um curso d'água", disse o professor Abrahão Elesbon.
Na parte que corta Colatina, Rio Doce apresenta seca (Foto: Reprodução/ TV Gazeta)Na parte que corta Colatina, Rio Doce apresenta seca (Foto: Reprodução/ TV Gazeta)

domingo, 9 de novembro de 2014

PROJETO EAS O DIA D ESTA CHEGANDO .

BOM DIA PARA TODOS OS AMIGOS O DIA D ESTA CHEGANDO TUDO IRA SER DIFERENTE ANTES E COM TODOS OS PROJETOS DO PROJETO EAS COMPARTILHE APOIE EU AGRADEÇO A TODOS ...


Bom dia para todos os amigos dia D esta próximo compartilhe o Projeto EAS e o Blog http://t.co/XQl06ghi4A tudo ira ser diferente aguardem
PROJETOEAS.BLOGSPOT.COM.BR