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Esta e parte que não entendo .
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Porto Alegre .
Rio Grande do Sul Brasil .
15/05/2017 07:54 horas .
Fonte de informação
G1 globo.com
Quarta-feira, 24 de maio de 2017
Boa noite! Aqui estão as principais notícias para você terminar o dia bem-informado.
Um dia tenso demais, mesmo para os padrões da última semana. O que começou como um ato contra Temer convocado por centrais sindicais se transformou em cenas de quebra-quebra e depredação em prédios de ministérios, além de confrontos entre manifestantes e policiais, com presos e feridos. O governo chamou o Exército para as ruas de Brasília. Em seguida, houve diversas críticas de excesso na decisão de Temer. A crise se mantém em alta temperatura.
Caos em Brasília
Foram 7 presos, 49 feridos, um rastro de depredação de prédios públicos e de estruturas que compõem a Esplanada e incêndio na área interna dos ministérios da Agricultura, do Planejamento e da Cultura (nesse caso, só com prejuízos materiais). Policiais atiraram contra manifestantes em Brasília. O presidente Temer decretou o uso das Forças Armadas nas ruas da capital por uma semana para "garantir manifestação pacífica".
Temer decreta ação de garantia da lei e da ordem em Brasília
- O governo afirma que atendeu um pedido do presidente da Câmara. Rodrigo Maia contradiz a versão e diz que solicitou a Força Nacional, não o Exército
- Entenda o que significa o decreto assinado por Temer
- O ministro da Defesa disse que a presença das Forças Armadas foi necessária porque a PM não conseguiu controlar o vandalismo
- Em meio ao tumulto nas ruas, deputados governistas e de oposição trocaram empurrões em confronto no chão da Câmara
Deputados brigam, e sessão na Câmara é suspensa
- E sem oposição em plenário a Câmara aprovou 3 medidas provisórias em 1 hora
- Marco Aurélio, do STF, demonstrou surpresa com o decreto: 'Espero que a notícia não seja verdadeira'
- Já à noite a oposição apresentou projetos para derrubar o uso das Forças Armadas
- Renan Calheiros, rival do presidente, declarou que o decreto “beira à insensatez"
- Por sua vez, a Defesa diz que serão utilizados 1.500 homens para cumprir o decreto
- E o Planalto afirma que haverá revogação após a "ordem" ser restabelecida
Térreo do Ministério do Planejamento, em Brasília, após vandalismo em protesto (Foto: Marília Marques/G1)
A delação e a política
Temer disse a senadores do PMDB que fica na Presidência até o fim do mandato, informou Andréia Sadi. Mas a pressão continua forte sobre o presidente após a delação da JBS: ele perdeu o segundo assessor próximo em menos de 24 horas. Depois de Tadeu Filippelli, preso ontem, o empresário e ex-deputado Sandro Mabel pediu demissão. E outro ex-assessor de Temer, o deputado afastado Rocha Loures, irá manter o salário de R$ 33,7 mil e o plano de saúde por decisão da Câmara.
- A defesa de Temer pediu ao STF que o presidente só deponha após perícia de áudio
- O Ministério Público Federal recusou proposta de R$ 4 bilhões da J&F, que controla a JBS, para acordo de leniência
- Aécio Neves entregou passaporte e foi notificado sobre pedido de prisão
- O PSDB "está no governo" e não agirá de maneira "açodada", diz Tasso Jereissati, presidente interino do partido
- Veja 8 casos em que a JBS pagou propina para obter vantagens
- E por fim: a Presidência da República fez alerta a sites que criam memes com fotos de Temer
Tem ainda a Lava Jato
Paulo Roberto Costa, ex-diretor de Abastecimento da Petrobras, e Pedro Barusco, ex-gerente da estatal, prestaram depoimento em ação que envolve o ex-presidente Lula. “Eu não tinha intimidade para ter um almoço particular com o presidente Lula”, declarou Costa. Já o ex-governador Sérgio Cabral admitiu compra de joias para a mulher com sobra de verba de campanha.
Bombas no Rio
Como em Brasília, tensão e confrontos estiveram presentes no entorno da Assembleia Legislativa do Rio durante a aprovação do projeto de lei que aumenta a contribuição previdenciária de servidores. Por volta das 15h40, policiais estouraram a primeira bomba. Confrontos e cenas de depredação por mascarados se estenderam, então, para outras ruas do Centro do Rio.
Protesto em frente à Alerj tem confronto, após aumento de contribuição previdenciária


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