BOM DIA 2016 BRASIL NO SEU DIA ADIA .
PROJETOS EAS COMPARTILHANDO COM TODOS OS AMIGOS .
BOM DIA PARA TODOS OS AMIGOS 2016 BRASIL NO SEU DIA A DIA 24 OPERAÇÃO LAVA JATO .
COMPARTILHANDO COM TODOS OS AMIGOS .
ACORDA BRASIL MUDA .
ANTES QUE SEJA TARDE DEMAIS .
A Operação Lava Jato esta trazendo esperança para os Brasileiros de um pais melhor com menos corrupção e que as leis Brasileiras existes e são para todos .
O apoio dos Brasileiros a o Juiz Sergio Moro e total .
O BRASIL PERTENCE A TODOS OS BRASILEIROS .
FONTE DE INFORMAÇÃO .
O GLOBO ECONOMIA globo.com G1 ...
Rachado, Conselho da Usiminas aprova aporte de R$ 1 bi por maioria
Os três conselheiros da argentina Termium votaram contra a proposta da japonesa Nippon Steel
RIO - O Conselho de Administração da Usiminas aprovou ontem a recomendação de um aumento de capital de R$ 1 bilhão na siderúrgica, proposta feita pelo grupo japonês Nippon Steel, que divide o controle da empresa com a argentina Ternium e a Previdência Usiminas. Mas o resultado da reunião, que durou mais de cinco horas, revela como o comando da companhia está rachado: a proposta foi aprovada por sete votos a três. Os três votos contrários foram dos conselheiros que representam a Ternium.
Para que a capitalização aconteça, uma assembleia extraordinária de acionistas será convocada para chancelar a proposta. Sem essa chancela, o aumento de capital não será feito. E a convocação da assembleia depende de duas condições impostas pela Nippon, segundo fontes a par das discussões: um acordo entre Usiminas e bancos para o congelamento do pagamento dos débitos por ao menos 90 dias (o chamado stand still) e a reestruturação da dívida da companhia. No fim de 2015, a Usiminas tinha uma dívida de R$ 8 bilhões. Entre os principais credores estão Bradesco e Itaú. Os bancos exigiam aprovação de aporte mínimo de R$ 1 bilhão dos acionistas para fechar as negociações. Tudo leva a crer, portanto, que credores e siderúrgica avançarão nessas negociações.
Os que votaram a favor da proposta da Nippon foram os conselheiros que representam a siderúrgica japonesa, o conselheiro da Previdência Usiminas, os dois representantes dos minoritários e o representante dos trabalhadores. A vitória da Nippon não significa que ela fará o aporte sozinha.
O aumento de capital, se aprovado em assembleia, será feito por meio de emissão de ações ordinárias (ON, com direito a voto). A Nippon tem 29,45% desses papéis, a Ternium, 27,66%, e a Previdência Usiminas, 6,75%. Os 36,14% restantes estão no mercado. Será dada a chance de esses acionistas de subscrever as ações, de modo a manterem sua fatia na companhia. A Nippon assumiu compromisso de subscrever as sobras, caso não haja interesse dos acionistas, até o limite de R$ 1 bilhão.
CSN TENTOU SUSPENDER CAPITALIZAÇÃO
Um desses acionistas que estão fora do bloco de controle é a CSN (com cerca de 14% do capital votante), que tentou suspender a decisão da reunião, com pedido de liminar na Justiça mineira, na véspera. A CSN alegou que o aumento de capital diluiria a base de acionistas e que o acesso da Usiminas ao caixa de sua subsidiária, a Mineração Usiminas (Musa) seria suficiente para dar fôlego à empresa. A juíza Patrícia Firmo, da 1ª Vara Empresarial de Belo Horizonte, negou a liminar.
Antes da notícia de que o Conselho tinha aprovado o aporte, as ações Usiminas ON registraram queda de 8,15%, a R$ 4,51.
— O acordo não é ruim para a Usiminas. A queda aconteceu por causa daquele clássico comportamento: a ação subiu nos boatos antecipando a operação, e os investidores aproveitaram para realizar lucro quando o fato se concretizou — disse Raphael Figueredo, analista da Clear Corretora.
Na reunião de ontem, havia duas propostas sobre a mesa: uma da Nippon, que se comprometia a aportar até R$ 1 bilhão na Usiminas, e uma da Ternium, que defendia um aumento de capital de R$ 500 milhões. A disposição dos argentinos de participar do aporte já sinalizava um recuo, uma vez que a Ternium resistia a participar da capitalização.
Uma primeira tentativa de acordo havia sido feita em reunião do Conselho em 17 de fevereiro, mas as partes não chegaram a um consenso. Os dois acionistas estão em pé de guerra desde setembro de 2014, quando foram afastados executivos ligados à empresa argentina por pagamento irregular de bônus. A briga está na Justiça.
Segundo fontes, a Ternium defendia um aporte menor porque, paralelamente à capitalização pelos acionistas, ela queria a liberação de ao menos R$ 600 milhões do caixa da Mineração Usiminas. A Musa tem R$ 1,3 bilhão em caixa, mas a parte que cabe à Usiminas soma R$ 900 milhões, valor que corresponde à fatia de 70% da siderúrgica na mineradora. Os outros 30% são da japonesa Sumitomo.
Em carta à Usiminas esta semana, a Sumitomo disse que aceita liberar o caixa da Musa — não foi informado o valor —, desde que os acionistas aprovassem aporte de R$ 1 bilhão.
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