terça-feira, 16 de agosto de 2016

Chanceler uruguaio faz acusação a José Serra; Itamaraty reage em nota

PROJETOS EAS GERAÇÃO DE ENERGIA AUTO SUSTENTÁVEL .
Tudo esta parado por falta de recursos financeiro esta aberto para investidores para todos os países  ... Com os Projetos EAS e possível evoluir sem destruir .

ACORDA BRASIL MUDA .

ANTES QUE SEJA TARDE DEMAIS .
Resultado de imagem para bandeira do brasil
                                                                                     
ORDEM E PROGRESSO .

BRASIL NO SEU DIA A DIA .

Com os Projetos EAS e possível evoluir sem destruir o meio ambiente .

Compartilhando com todos os amigos .


Marco Marques .
Bom dia para todos os amigos .
E chato ser repetitivo mas e preciso  o Brasil através do governo federal vem ignorando a existência dos Projetos EAS causando grandes prejuízos para mim e para o meio ambiente .
Em um mercado dominado pelo poder e pela falta de inteligencia dos nossos governantes o pais continua insistindo nas construções das represas para as hidrelétricas causando grandes impactos ambientais .
Na contra partida o IBAMA órgão responsável pela preservação do meio ambiente no Brasil recusou a liberação de mais uma represa não concedeu a licença ambiental .
todos os Projetos EAS Geração de Energia Auto Sustentável esta em aberto para para parcerias ou investidores .
SEJAM INTELIGENTES .


FONTE DE INFORMAÇÃO 

G1 globo.com

16/08/2016 17h26 - Atualizado em 16/08/2016 17h58

Chanceler uruguaio faz acusação a José Serra; Itamaraty reage em nota

Ele disse que ministro teria tentado 'comprar' voto uruguaio no Mercosul.
Embaixador do Uruguai em Brasília foi convocado a dar explicações.

Do G1, em Brasília *
O Ministério das Relações Exteriores do Brasil divulgou nota nesta terça-feira (16) na qual manifestou "descontentamento" com as declarações do chanceler do Uruguai, Rodolfo Nin Novoa, que teria dito a deputados uruguaios que o ministro José Serra tentou "comprar" o voto do Uruguai no imbróglio que envolve a presidência da Venezuela no Mercosul.
Na nota, o Itamaraty afirma que o governo brasileiro, por meio do secretário-geral das Relações Exteriores, Marcos Bezerra Abbott Galvão, convocou o embaixador do Uruguai no Brasil, Carlos Daniel Amorín-Tenconi, a dar explicações sobre o episódio.
De acordo com o jornal uruguaio 'El Pais', Novoa afirmou, em audiência na Câmara dos Deputados do país vizinho, que o governo do Brasil ofereceu acordos comerciais com o Uruguai em troca de seu apoio no impasse sobre a presidência do Mercosul.
A conversa entre Serra e Novoa teria ocorrido quando o chanceler brasileiro visitou o Uruguai, em 5 de julho, de acordo com a reportagem.
"Não gostamos muito que o chanceler [José] Serra tenha vindo ao Uruguai nos dizer – ele fez isso publicamente, por isso digo – que pretendiam suspender a passagem [da presidência do Mercosul para a Venezuela] e que, se ela fosse realmente suspensa, nos apoiariam em suas negociações com outros países, como se estivesse tentando comprar o voto do Uruguai", disse Nin Novoa aos deputados uruguaios.
A Venezuela deveria assumir, neste semestre, o comando do bloco, mas Brasil, Paraguai e Argentina se opõem à medida, diante do cenário de crise política e econômica no país. O Uruguai, no entanto, se mostrou disposto a entregar o comando do bloco aos venezuelanos.
De acordo com Novoa, informou o "El Pais", o presidente uruguaio, Tabaré Vazques, teria ficado irritado com a oferta de Serra e dito que o Uruguais iria cumprir com a regra de rotatividade entre os presidentes do Mercosul e que passaria o cargo ao colega venezuelano, Nicolás Maduro.
"O Governo brasileiro recebeu com profundo descontentamento e surpresa as declarações do Chanceler Nin Novoa. [...] O teor das declarações não é compatível com a excelência das relações entre o Brasil e o Uruguai", diz a nota, divulgada na tarde de hoje.
A convocação de um embaixador estrangeiro, no jargão diplomático, é sinal de irritação e crítica à atitude de outro país.
"O Secretário-Geral das Relações Exteriores convocou hoje o Embaixador do Uruguai em Brasília para uma reunião em que expressou o profundo descontentamento do Brasil com as declarações e solicitou esclarecimentos", conclui o ministério na nota.
Nota
Veja a nota divulgada pelo Itamaraty nesta terça:
Ministério das Relações Exteriores
Assessoria de Imprensa do Gabinete
Nota nº 299
16 de agosto de 2016

Declarações do chanceler uruguaio

O Governo brasileiro tem buscado, de maneira construtiva, uma solução para o impasse em torno da Presidência Pro Tempore do Mercosul. A visita do Ministro José Serra ao Uruguai, no último dia 5 de julho, realizou-se com esse propósito. Ao Brasil interessa um Mercosul fortalecido e atuante, com uma Presidência Pro Tempore que tenha cumprido os requisitos jurídicos mínimos para o seu exercício e que seja capaz de liderar o processo de aprofundamento e modernização da integração.

Durante a visita ao Uruguai, o Ministro José Serra também tratou com o Presidente Tabaré Vázquez e com o Chanceler Nin Novoa do potencial de aprofundamento das relações entre o Brasil e o Uruguai e de oportunidades que os dois países podem e devem explorar conjuntamente em terceiros mercados. O Brasil considera o Uruguai um parceiro estratégico.

Nesse contexto, o Governo brasileiro recebeu com profundo descontentamento e surpresa as declarações do Chanceler Nin Novoa sobre a visita do Ministro José Serra ao Uruguai, que teriam sido feitas durante audiência da Comissão de Assuntos Internacionais da Câmara de Deputados uruguaia, no último dia 10 de agosto. O teor das declarações não é compatível com a excelência das relações entre o Brasil e o Uruguai.

O Secretário-Geral das Relações Exteriores convocou hoje o Embaixador do Uruguai em Brasília para uma reunião em que expressou o profundo descontentamento do Brasil com as declarações e solicitou esclarecimentos.
* Colaborou Flávia Foreque, da TV Globo, em Brasília
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