Tudo esta parado por falta de recursos financeiro esta aberto para investidores para todos os países ... Com os Projetos EAS e possível evoluir sem destruir .
ACORDA BRASIL MUDA .
ANTES QUE SEJA TARDE DEMAIS .
ORDEM E PROGRESSO .
BRASIL NO SEU DIA A DIA .
Com os Projetos EAS e possível evoluir sem destruir o meio ambiente .
ANTES QUE SEJA TARDE DEMAIS .
ORDEM E PROGRESSO .
BRASIL NO SEU DIA A DIA .
Com os Projetos EAS e possível evoluir sem destruir o meio ambiente .
Compartilhando com todos os amigos .
Marco Marques .
E chato ser repetitivo mas e preciso o Brasil através do governo federal vem ignorando a existência dos Projetos EAS causando grandes prejuízos para mim e para o meio ambiente .
Em um mercado dominado pelo poder e pela falta de inteligencia dos nossos governantes o pais continua insistindo nas construções das represas para as hidrelétricas causando grandes impactos ambientais .
Na contra partida o IBAMA órgão responsável pela preservação do meio ambiente no Brasil recusou a liberação de mais uma represa não concedeu a licença ambiental .
todos os Projetos EAS Geração de Energia Auto Sustentável esta em aberto para para parcerias ou investidores .
SEJAM INTELIGENTES .
FONTE DE INFORMAÇÃO .
VEJA.com .
Fogos de artifício criam a palavra 'Rio', durante a cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos Rio-2016, realizada no Estádio do Maracanã - 05/08/2016 (Fabice Coffrini/AFP)
Um artigo publicado na revista americana New York Magazine nesta semana afirma que as descrições apocalípticas do Rio de Janeiro feitas pela imprensa internacional às vésperas da Olimpíada não correspondem à realidade da Rio-2016.
Intitulado “The Worst Predictions About Rio Haven’t Come True. That Tells Us a Few Things About Brazil and the Media” (As piores previsões sobre o Rio não se concretizaram. Isso nos diz algumas coisas sobre o Brasil e a imprensa, em português), o texto apresenta manchetes catastróficas pré-Olimpíada alertando para problemas como instabilidade política, ameaça de ataque terrorista, epidemia de zika e violência urbana.
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A revista lembra que, com quase uma semana de Jogos, “a histeria já parece fora de propósito”. O artigo cita, por exemplo, uma matéria publicada na revista americanaNewsweek no final de julho que inventa um novo termo para prever o que seria a Rio-2016: “disastrophe”, um fusão em inglês entre ‘desastre’ e ‘catástrofe’.
O texto, escrito em primeira pessoa por um jornalista que morou recentemente no Brasil, afirma que a imprensa internacional exagerou nas previsões negativas. Sobre a violência urbana, por exemplo, Alex Cuadros diz que “com 85.000 soldados e policiais nas ruas do Rio para a Olimpíada, a cidade é provavelmente um dos lugares mais seguros da América Latina no momento”. O autor lembra que as previsões semelhantes não se confirmaram na Copa do Mundo, em 2014 – segundo ele, o único desastre foi o 7 x 1 da Alemanha.
O artigo afirma que nem tudo são flores na Rio-2016, e lembra o ataque ao ônibus que transportava jornalistas, mas ressalta que alguns vidros quebrados não estão no nível de desastre esperado.
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O problema de uma cobertura tão pessimista da imprensa internacional, segundo a New York Magazine, é fazer com que a Rio-2016 seja considerada um sucesso – afinal, nenhuma previsão catastrófica se realizou – o que pode obscurecer todos os problemas e transformar o evento em cartaz de campanha política. “Um tipo errado de legado”, diz o texto.

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