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FONTE DE INFORMAÇÃO
G1 globo.com
09/08/2016 01h25 - Atualizado em
09/08/2016 02h57
Processos contra Dilma e Eduardo Cunha entram em fase decisiva
No Senado, o foco é o pedido de impeachment contra a presidente
Dilma Rousseff, que está afastada do cargo há quase três meses.
Letícia de OliveiraBrasília, DF
Os dois principais processos políticos entram em fase decisiva. A Câmara dos Deputados já pode votar a cassação do mandato de
Eduardo Cunha e o Senado inicia na terça-feira (9) a votação sobre a aceitação do relatório da comissão especial que recomenda o julgamento e afastamento definitivo de
Dilma Rousseff.
A leitura do resultado da votação no Conselho de Ética era o que faltava para a
Câmara dar a palavra final sobre o futuro de Eduardo Cunha. Enquanto a data da votação em plenário não é marcada, Conselho de Ética e Comissão de Constituição e Justiça enviaram ao Supremo argumentos para contestar a defesa de Cunha, que continua tentando impedir a votação no plenário.
Um dos agumentos é que o processo deveria ser suspenso enquanto ele estiver afastado do mandato. O ministro Luiz Roberto pediu as informações e é ele quem vai julgar o recurso, mas isso não tem prazo para acontecer.
No
Senado, o foco é o pedido de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff, que está afastada do cargo há quase três meses. Na terça-feira (9), o plenário vai dizer se ela deve ir à julgamento ou se o processo será arquivado. Já estão todos preparados para virar a noite. A sessão está marcada para as 9h da manhã e só deve terminar na quarta-feira (10).
O
PT, partido da presidente, admite que a maioria dos senadores deve votar pela continuidade do processo.
"É bem provavel que isso passe. Agora todo o nosso esforço está concentrado na sessão de julgamento da presidenta Dilma que vai acontecer no final do mês e onde nós precisaremos tão somente um terço dos senadores mais um para que tragamos a presidenta Dilma de volta ao exercício do seu mandato", declara o senador Humberto Costa (PT/PE).
Quem defende o impeachment já arrisca um resultado. "Eu diria que nós teremos no mínimo 55 votos da admissibilidade como foi, mas acredito que chegaremos aí aos 60 votos, que provavelmente serão os votos finais na fase do julgamento. E a senhora presidente da república vai ser pronunciada, ou seja, ela vai a julgamento no plenário do Senado", diz a senadora Simone Tebet (PMDB/MS).
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