sábado, 13 de agosto de 2016

Sete Brasil buscará até US$ 5 bilhões em plano de reorganização

PROJETOS EAS GERAÇÃO DE ENERGIA AUTO SUSTENTÁVEL .
Tudo esta parado por falta de recursos financeiro esta aberto para investidores para todos os países  ... Com os Projetos EAS e possível evoluir sem destruir .

ACORDA BRASIL MUDA .

ANTES QUE SEJA TARDE DEMAIS .
Resultado de imagem para bandeira do brasil
                                                                                     
ORDEM E PROGRESSO .

BRASIL NO SEU DIA A DIA .

Com os Projetos EAS e possível evoluir sem destruir o meio ambiente .

Compartilhando com todos os amigos .


Marco Marques .
Bom dia para todos os amigos .
E chato ser repetitivo mas e preciso  o Brasil através do governo federal vem ignorando a existência dos Projetos EAS causando grandes prejuízos para mim e para o meio ambiente .
Em um mercado dominado pelo poder e pela falta de inteligencia dos nossos governantes o pais continua insistindo nas construções das represas para as hidrelétricas causando grandes impactos ambientais .
Na contra partida o IBAMA órgão responsável pela preservação do meio ambiente no Brasil recusou a liberação de mais uma represa não concedeu a licença ambiental .
todos os Projetos EAS Geração de Energia Auto Sustentável esta em aberto para para parcerias ou investidores .
SEJAM INTELIGENTES .


FONTE DE INFORMAÇÃO .

G1 globo.com



Reuters
12/08/2016 20h58 - Atualizado em 12/08/2016 20h58

Sete Brasil buscará até US$ 5 bilhões em plano de reorganização

Empresa de sondas e parceira da Petrobras está em recuperação.
Projeto de US$ 90 bilhões começou a ter problemas em 2014.

Da Reuters
A Sete Brasil Participações apresentou nesta sexta-feira (12) um esboço de seu plano de reorganização que inclui a busca de até US$ 5 bilhões em recursos e uma drástica redução do tamanho da companhia, meses depois da empresas de sondas petrolíferas ter pedido recuperação judicial.
A Sete Brasil vai pedir aos credores, que incluem alguns dos maiores estaleiros do mundo e bancos do Brasil, para apoiarem o plano que prevê a construção de entre 8 e 12 sondas, ante a perspectiva original de 28, que permitiu a criação da companhia, disse o presidente-executivo da Sete, Luiz Eduardo Carneiro.
Em comunicado ao mercado, a Sete afirmou que a estrutura do plano de recuperação judicial apresenta um "escopo macro sujeito a ajustes e detalhamentos, que se pretende materializar nos próximos 120 dias, até que haja aprovação final pela assembleia de credores".
O levantamento de fundos pode variar dependendo do número de sondas a serem construídas e entregues à sua única cliente, a Petrobras, disse Carneiro. Apesar de buscar de outros clientes ser uma possibilidade, a prioridade da Sete é convencer a estatal a assinar o contrato de aluguel das sondas, disse Eduardo Sampaio, da Alvarez & Marsal Holdings, principal escritório de assessoria da Sete Brasil.
Criada em 2008 para atender o maior plano de frota de exploração de águas ultraprofundas do mundo, a Sete Brasil teve de pedir proteção da justiça contra credores em abril, depois que esforços para garantir um contrato de longo prazo com a Petrobras fracassaram. A Petrobras detém 5% da Sete.
O projeto de US$ 90 bilhões começou a ter problemas em 2014, quando a Petrobras e a Sete Brasil mergulharam num escândalo de corrupção investigado pela operação Lava Jato. O escândalo fez o governo atrasar financiamentos e a assinatura do contrato de longo prazo.
A discussão entre gestores da Petrobras, da Sete e acionistas forçou os credores da empresa de sondas a registrarem baixas contábeis envolvendo R$ 15 bilhões em empréstimos.

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