quarta-feira, 17 de agosto de 2016

Venezuela tem regime 'autoritário' e não vai assumir Mercosul, diz Serra

PROJETOS EAS GERAÇÃO DE ENERGIA AUTO SUSTENTÁVEL .
Tudo esta parado por falta de recursos financeiro esta aberto para investidores para todos os países  ... Com os Projetos EAS e possível evoluir sem destruir .

ACORDA BRASIL MUDA .

ANTES QUE SEJA TARDE DEMAIS .
Resultado de imagem para bandeira do brasil
                                                                                     
ORDEM E PROGRESSO .

BRASIL NO SEU DIA A DIA .

Com os Projetos EAS e possível evoluir sem destruir o meio ambiente .

Compartilhando com todos os amigos .


Marco Marques .
Bom dia para todos os amigos .
E chato ser repetitivo mas e preciso  o Brasil através do governo federal vem ignorando a existência dos Projetos EAS causando grandes prejuízos para mim e para o meio ambiente .
Em um mercado dominado pelo poder e pela falta de inteligencia dos nossos governantes o pais continua insistindo nas construções das represas para as hidrelétricas causando grandes impactos ambientais .
Na contra partida o IBAMA órgão responsável pela preservação do meio ambiente no Brasil recusou a liberação de mais uma represa não concedeu a licença ambiental .
todos os Projetos EAS Geração de Energia Auto Sustentável esta em aberto para para parcerias ou investidores .
SEJAM INTELIGENTES .

FONTE DE INFORMAÇÃO 
G1 globo.com

17/08/2016 18h58 - Atualizado em 17/08/2016 19h18

Venezuela tem regime 'autoritário' e não vai assumir Mercosul, diz Serra

Pela regra, seria a vez do país comandar o bloco pelos próximos seis meses.
Brasil, Argentina e Paraguai são contrários; apenas o Uruguai é a favor.

Fernanda CalgaroDo G1, em Brasília
O ministro das Relações Exteriores, José Serra, disse nesta quarta-feira (17) que a Venezuela vive um regime “autoritário, discricionário e repressivo” e que não vai assumir a presidência rotativa do Mercosul.
Pelas regras do bloco comercial, os países-membros se alternam no seu comando e agora seria a vez da Venezuela. A sequência é definida por ordem alfabética e a troca é semestral.
No entanto, Brasil, Argentina e Paraguai se opõem à transferência temporária da presidência para Caracas por entenderem que o país não cumpriu todos os pré-requisitos para integrar o bloco, como respeitar os direitos humanos.
O único favorável é o Uruguai, que deixou a presidência do Mercosul no fim de julho – desde então, o bloco está sem liderança.
“Estamos com um regime na Venezuela autoritário, discricionário, repressivo”, afirmou Serra em uma entrevista coletiva após receber no Palácio do Itamaraty representantes da oposição venezuelana.
Serra argumentou que a Venezuela não cumpriu todos os pré-requisitos para se tornar membro pleno do bloco e que está em estudo uma “fórmula” para “levar” o Mercosul até que a Argentina assuma o cargo, em janeiro.
“Realmente, a Venezuela não tem condição de dirigir o Mercosul. [...] Então, a Venezuela não vai assumir, isso é seguro. Agora, estamos procurando uma fórmula que tem que ser encontrada para poder levar o Mercosul até dezembro e em janeiro assume o presidente [Maurício] Macri, da Argentina, o comando do bloco”, declarou.
O ministro brasileiro defendeu ainda a realização de um referendo na Venezuela para consultar a população sobre a permanência de Nicolás Maduro na presidência daquele país.
“Desejamos ardentemente que seja realizado um referendo revocatório na Venezuela, que representa nada mais nada menos que uma consulta à população se o governo atual deve continuar ou não”, disse.
Serra sustentou que o Brasil está disposto a ajudar na “reconstrução” do país quando o atual governo cair. “Desfeito esse governo autoritário, ressurgindo a democracia, a Venezuela poderá contar com o Brasil para a sua reconstrução”, afirmou.
Questionado sobre a realização de uma consulta semelhante com relação à presidência do Brasil, Serra respondeu que o referendo estava previsto na Constituição venezuelana, o que não é o caso do Brasil.
A presidente afastada Dilma Rousseff, alvo de um processo de impeachment, tem defendido um plebiscito para consultar a população sobre a permanência do presidente em exercício Michel Temer no poder.
Segundo Serra, o Brasil é um país “muito grande” e realizar um plebiscito seria muito "complexo". " Uma vez até me fizeram uma proposta para eu, como senador, apresentar projeto de recall, revocatória, mas é muito complexo num país que tem 5.500 municípios, 27 estados. É muito complexo”, disse.
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