quinta-feira, 22 de dezembro de 2016

Petrobras fecha negócio estimado em US$ 2,2 bilhões com francesa Total

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Fonte de informação .

G1 globo.com


Petrobras fecha negócio estimado em US$ 2,2 bilhões com francesa Total

Acordo envolve venda de participações em ativos como campos de exploração de petróleo.

Presidente da Petrobras detalha parceria com empresa francesa Total
Petrobras informou que assinou nesta quarta-feira (21), com a empresa francesa Total, um acordo de colaboração estimado em US$ 2,2 bilhões, relacionado a uma parceria firmada em outubro entre as companhias, conforme comunicado enviado ao mercado.
O acordo envolve, entre outros pontos, a transferência de participações em blocos de exploração no Brasil - entre eles dois em áreas de pré-sal (Iara e Lapa)- e no exterior. As duas empresas se comprometeram a aprofundar suas atividades conjuntas em outros países.
"Esses US$ 2,2 bilhões [previstos no acordo] entram no caixa da Petrobras. Como é um acordo de natureza estratégica, ele tem um valor de natureza global", afirmou o presidente da estatal Pedro Parente em coletiva de imprensa na tarde desta quarta.
A estatal brasileira terá a opção de assumir uma participação na área de Perdido Foldbelt, no Golfo do México. Segundo a estatal, a parceria estratégica é uma parte importante do Plano de Negócios e Gestão 2017-2021 da Petrobras. A estatal pretende levantar US$ 15,1 bilhões com vendas de ativos entre 2015 e 2016, e mais US$ 19,5 bilhões entre 2017 e 2018.
Parente disse que o contrato é um avanço da parceria estratégica estabelecida no Memorando de Entendimentos em outubro. "Esse acordo com a Total é uma parte importante do Plano de Negócios e Gestão 2017-2021. De acordo com a Petrobras, a parceria contribui para a mitigação dos riscos, fortalecimento da governança e compartilhamento de informações".
Parente também afirmou que a parceria não entra em conflito com a medida cautelar aprovada pelo Tribunal de Contas da União (TCU) que proíbe a Petrobras de assinar novos contratos de venda de ativos e de iniciar novos processos de vendas até que a corte analise os procedimentos dos desinvestimentos da estatal: "Existe uma claríssima diferença entre parceria estratégica e um desinvestimento. Este não é um desinvestimento. Entra na meta porque tem uma entrada de caixa e irá nos ajudar a pagar dívidas importantes. As preocupações do TCU é em relação a assinaturas de contratos, mas nós estamos fazendo um master agrement. Nós tivemos o cuidado de procurar a área técnica do TCU".
"Tenho absoluta certeza que as nossas metas do Plano de Negócios não estão comprometidas porque temos um entendimento com o TCU porque vamos trabalhar essas modificações que eles apontaram. O tribunal nos permitiu concluir cinco transações, embora uma delas esteja impedida por uma liminar que nós iremos recorrer", acrescentou.
Veja abaixo os pontos do acordo entre a Petrobras e Total:
- cessão de direitos de 22,5% para a Total, na área da concessão de Iara (campos de Sururu, Berbigão e Oeste de Atapu) no Bloco BM-S-11. A Petrobras continuará como operadora e a deter a maior participação dessa área, com 42,5% do total;
- cessão de direitos de 35% do campo de Lapa no Bloco BM-S-9 com a transferência da operação para Total, ficando a Petrobras com 10% de participação nesta concessão;
- opção da Petrobras de assumir 20% de participação no bloco 2 da área de Perdido Foldbelt no setor mexicano do Golfo do México, adquiridos pela Total em parceria com a Exxon, na rodada de licenciamento promovida pelo governo do México, em 05/12/2016;
- compartilhamento do uso do terminal de regaseificação da Bahia, com capacidade de 14 milhões de m3/dia;
- parceria, com 50% de participação da Total, nas térmicas Rômulo de Almeida e Celso Furtado, localizadas na Bahia, com capacidade de geração de 322 MW de energia;
- estudos conjuntos nas áreas exploratórias da Margem Equatorial e na área sul da Bacia de Santos, aproveitando a sinergia existente entre as duas companhias, já que cada uma detém destacado conhecimento geológico nas bacias petrolíferas situadas nas duas margens do Atlântico;
- acordo de parceria tecnológica nas áreas de processamento geológico e sistemas de produção submarinos, onde as empresas detêm conhecimentos complementares e que podem potencializar os ganhos da aplicação de novas tecnologias nas áreas em parceria.
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