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G1 globo.com
Trabalhadores da rede Fhemig iniciam greve em Belo Horizonte, diz sindicato
Asthemg afirma que paralisação afeta sete hospitais, incluindo o João XXIII; fundação confirma impacto em uma unidade.
Profissionais de sete hospitais públicos da Fundação Hospitalar de Minas Gerais (Fhemig) em Belo Horizonte entraram em greve por tempo indeterminado nesta quinta-feira (22), de acordo com o sindicato que representa os trabalhadores. A Associação Sindical dos Trabalhadores em Hospital de Minas Gerais (Asthemg) informou que são mantidas escalas para não interromper o atendimento.
O movimento reivindica melhorias das condições de trabalho e reajuste salarial. A paralisação é feita por enfermeiros, técnicos em enfermagem, psicólogos e afeta áreas administrativas, segundo a Asthemg, exceto médicos, que são de outro sindicato. O número de trabalhadores parados ainda não foi informado.
O movimento reivindica melhorias das condições de trabalho e reajuste salarial. A paralisação é feita por enfermeiros, técnicos em enfermagem, psicólogos e afeta áreas administrativas, segundo a Asthemg, exceto médicos, que são de outro sindicato. O número de trabalhadores parados ainda não foi informado.
Nesta manhã, manifestantes se concentraram em frente ao Hospital de Pronto-Socorro João XXIII, no bairro Santa Efigênia, na Região Centro-Sul. Na unidade, foi mantida escala de 100% do efetivo no Centro de Terapia Intensiva (CTI), 50% nos andares de internação e ambulatórios, de acordo com o presidente da Asthemg, Carlos Martins. O hospital é um centro de referência e excelência no atendimento a pacientes vítimas de politraumatismos, grandes queimaduras, intoxicações e situações clínicas e cirúrgicas de risco de morte.
A Fhemig acompanha o movimento e, perto das 11h, confirmou que havia impacto em ao menos uma unidade. Segundo a fundação, o atendimento estava lento no hospital Alberto Cavalcanti e, pela manhã, não houve adesão no Infantil João Paulo II e Julia Kubitschek. Os demais hospitais da rede Fhemig em Belo Horizonte são Eduardo de Menezes, Maria Amélia Lins e Raul Soares.
A pauta contempla o reajuste salarial que, segundo a Asthemg, não ocorre há quatro anos. Os servidores estão em campanha há três meses. A categoria também protesta contra o parcelamento do 13º salário.
Segundo o governo do estado, todos os servidores públicos estaduais recebem, nesta quinta-feira (22), metade do valor dos salários líquidos. Essa parcela será quitada, ao longo do dia, dentro do horário de expediente bancário. No dia 24 de janeiro será paga a segunda parcela, até o valor de R$ 3 mil. Quem recebe salário acima de R$ 6 mil terá o pagamento integral do saldo remanescente em 24 de março.
Em relação ao Hospital de Pronto-Socorro XXIII, a Fhemig se manifestou sobre as reivindicações dos servidores. O G1aguarda posicionamento sobre as condições de trabalho nas demais unidades. A Secretaria de Estado de Planejamento foi procurada para comentar sobre a falta de reajuste e o retorno é aguardado.
Hospital João XXIIIOs servidores protestam também contra o sucateamento dos hospitais. De acordo com o sindicato, no Hospital João XXIII, banheiros estão danificados, há infiltração nas salas e equipamentos estragados, inclusive aqueles que são usados em pacientes em estado grave. O tomógrafo está estragado há quase um ano, conforme os trabalhadores.
A Fhemig informou que está providenciando a compra de um novo tomógrafo, o que depende de licitação. Não há prazo para a aquisição. Mas segundo a fundação, há um equipamento em funcionamento. Sobre a manutenção do prédio, disse que é feita de acordo com a urgência. Uma equipe própria faz manutenções e repares maiores dependem de licitação. Segundo a fundação, há um processo licitatório para contratação.
Além disso, os servidores protestam contra norma que cortou a alimentação do acompanhante e o lanche antes do jantar do paciente. Com relação a isso, a Fhemig informou que houve o corte de uma refeição no ambulatório, adequando para quatro, como já ocorria em outros setores. Acompanhantes de crianças, adolescentes, gestantes e idosos recebem quatro refeições, porque é uma determinação por lei.

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