quarta-feira, 17 de agosto de 2016

Brasileiros encaram 2 horas de fila para visitar veleiro de Portugal no Rio

PROJETOS EAS GERAÇÃO DE ENERGIA AUTO SUSTENTÁVEL .
Tudo esta parado por falta de recursos financeiro esta aberto para investidores para todos os países  ... Com os Projetos EAS e possível evoluir sem destruir .

ACORDA BRASIL MUDA .

ANTES QUE SEJA TARDE DEMAIS .
Resultado de imagem para bandeira do brasil
                                                                                     
ORDEM E PROGRESSO .

BRASIL NO SEU DIA A DIA .

Com os Projetos EAS e possível evoluir sem destruir o meio ambiente .

Compartilhando com todos os amigos .


Marco Marques .
Bom dia para todos os amigos .
E chato ser repetitivo mas e preciso  o Brasil através do governo federal vem ignorando a existência dos Projetos EAS causando grandes prejuízos para mim e para o meio ambiente .
Em um mercado dominado pelo poder e pela falta de inteligencia dos nossos governantes o pais continua insistindo nas construções das represas para as hidrelétricas causando grandes impactos ambientais .
Na contra partida o IBAMA órgão responsável pela preservação do meio ambiente no Brasil recusou a liberação de mais uma represa não concedeu a licença ambiental .
todos os Projetos EAS Geração de Energia Auto Sustentável esta em aberto para para parcerias ou investidores .
SEJAM INTELIGENTES .

BOM DIA PARA TODOS OS AMIGOS .

FONTE DE INFORMAÇÃO 

G1 globo.com


17/08/2016 06h00 - Atualizado em 17/08/2016 06h00

Brasileiros encaram 2 horas de fila para visitar veleiro de Portugal no Rio

Houve até confusão em fila disputada para embarcação histórica.
'Meio programa de índio', diz turista sobre barco que é a Casa de Portugal.

Flávia MantovaniDo G1, no Rio
Fila para visitação à Casa de Portugal, instalada em navio histórico que está ancorado no Rio (Foto: Flávia Mantovani/G1)Fila para visitação à Casa de Portugal, instalada em navio histórico que está ancorado no Rio (Foto: Flávia Mantovani/G1)
Todo dia uma longuíssima fila se forma no Boulevard Olímpico, no centro do Rio. São turistas que querem visitar o Sagres III, veleiro português que ancorou no Rio e que abriga a Casa de Portugal durante a Olimpíada.
Sob o forte sol, famílias de brasileiros com crianças e idosos passam mais de duas horas aguardando em pé, sem água nem comida, para chegar até a embarcação. Na terça-feira (16), dia da visita do G1, houve confusão e quase saiu briga quando pessoas da fila prioritária se adiantaram e passaram na frente.
Uma vez na embarcação, o engarrafamento de gente obrigava a pegar fila para comprar comida, tirar foto ou simplesmente caminhar.
A visita consiste em passear no meio das instalações do veleiro - mas sem entrar nos bastidores. Lá dentro são vendidos pastéis de nata a R$ 6 e garrafas de vinho a R$ 60 ou R$ 80.
Muita gente se decepcionou e achou que não valeu o sacrifício. "A vista é linda, mas duas horas para chegar aqui é demais", diz a visitante Ana Maria Basílio.
Acompanhada de duas crianças, de 11 e 9 anos, Regina Cabral só conseguiu entrar no barco na quinta tentativa. "No primeiro dia que vim estava fechada. Nos outros a fila estava tão grande que já tinha fechado e não deixaram entrar mais ninguém", conta.
As crianças curtiram o passeio, mas Regina ficou decepcionada com o que viu. "Achei meio programa de índio", diz a descendente de portugueses com o mesmo sobrenome do descobridor do Brasil.
O casal Andrea Maia e Thiago Ribeiro também reclamou e disse que gostou mais da Casa do Brasil, que fica em terra, ali perto. "Lá tem mais atrações e ao menos tem ar condicionado. Aqui é legal porque é um barco histórico, mas achamos pouca coisa para muita fila", avaliam.
A visitação fica aberta até as 17h, mas na terça por volta das 14h30 o acesso já havia sido fechado por causa da lotação de gente.
Diante dos turistas decepcionados por não poderem entrar, um visitante que acabara de sair do navio avisa: “Não fiquem tristes, não. Lá não tem nada para ver”. É Sávio Vieira Torres, que enfrentou a fila com a mulher e a filha. “Lá só tem uma escada perigosíssima, você desce e come uma empada e pronto. Deu até vontade de apagar o sobrenome”, brinca o bisneto de portugueses.
Navio histórico
Construído em 1937, o navio escola Sagres ficou um tempo com a Marinha do Brasil, quando foi batizado de Guanabara, e ganhou o nome atual após voltar para o domínio de Portugal.
A embarcação de preparação e treinamento de cadetes da Marinha Portuguesa tem velas que estampam a cruz da Ordem de Cristo, também usada nas naus da época do Descobrimento.
Antes de chegar ao Rio, o navio parou em Cabo Verde, no Recife e em Salvador.
Fila para visitação à Casa de Portugal, instalada em navio histórico que está ancorado no Rio (Foto: Flávia Mantovani/G1)Fila para visitação à Casa de Portugal, instalada em navio histórico que está ancorado no Rio (Foto: Flávia Mantovani/G1)
Fila para visitação à Casa de Portugal, instalada em navio histórico que está ancorado no Rio (Foto: Flávia Mantovani/G1)Fila para visitação à Casa de Portugal, instalada em navio histórico que está ancorado no Rio (Foto: Flávia Mantovani/G1)
Fila para visitação à Casa de Portugal, instalada em navio histórico que está ancorado no Rio (Foto: Flávia Mantovani/G1)Fila para visitação à Casa de Portugal, instalada em navio histórico que está ancorado no Rio (Foto: Flávia Mantovani/G1)

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