terça-feira, 16 de agosto de 2016

Inflação leva argentinos às compras em cidades do Rio Grande do Sul

PROJETOS EAS GERAÇÃO DE ENERGIA AUTO SUSTENTÁVEL .
Tudo esta parado por falta de recursos financeiro esta aberto para investidores para todos os países  ... Com os Projetos EAS e possível evoluir sem destruir .

ACORDA BRASIL MUDA .

ANTES QUE SEJA TARDE DEMAIS .
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ORDEM E PROGRESSO .

BRASIL NO SEU DIA A DIA .

Com os Projetos EAS e possível evoluir sem destruir o meio ambiente .

Compartilhando com todos os amigos .


Marco Marques .
Bom dia para todos os amigos .
E chato ser repetitivo mas e preciso  o Brasil através do governo federal vem ignorando a existência dos Projetos EAS causando grandes prejuízos para mim e para o meio ambiente .
Em um mercado dominado pelo poder e pela falta de inteligencia dos nossos governantes o pais continua insistindo nas construções das represas para as hidrelétricas causando grandes impactos ambientais .
Na contra partida o IBAMA órgão responsável pela preservação do meio ambiente no Brasil recusou a liberação de mais uma represa não concedeu a licença ambiental .
todos os Projetos EAS Geração de Energia Auto Sustentável esta em aberto para para parcerias ou investidores .
SEJAM INTELIGENTES .


FONTE DE INFORMAÇÃO 

G1 globo.com

16/08/2016 17h52 - Atualizado em 16/08/2016 18h07

Inflação leva argentinos às compras em cidades do Rio Grande do Sul

Na segunda, 70% dos carros que passaram pela aduana eram argentinos.
Somente em julho, 12 mil argentinos estiveram em Porto Mauá, no Noroeste.

Do G1 RS
Milhares de argentinos têm viajado para fazer compras no Rio Grande do Sul. O motivo é a inflação no país vizinho (veja na reportagem).
Em Porto Mauá, cidade da Região Noroeste do estado, somente em julho, 12 mil argentinos cruzaram o trecho que faz divisa com Alba Posse. Com a inflação em alta e o custo de vida que não para de aumentar, se tornou mais vantajoso para os argentinos comprarem no Brasil.
“A inflação da República Argentina, só em 2015, esteve em torno de 30%. Acumulados os 12 últimos meses, essa inflação já ultrapassou os 40%, e isso elevou de uma forma muito grande o custo de vida na Argentina e basicamente os preços de todas as mercadorias”, analisa o mestre em administração Luciano Zamberlan.
Se para os argentinos a situação não está boa, para os municípios gaúchos localizados na divisa com o país vizinho, a oportunidade é de recuperação. Algumas lojas já estão até aceitando a moeda estrangeira.
“Se hoje nós estamos vivendo um período de crise, nós estamos, de certa forma, na nossa região, sendo compensados com o grande volume de argentinos que acorrem ao nosso comércio e faz com que a perda não seja tão sentida assim”, avalia o presidente do sindicato dos lojistas (Sindilojas) de Santa Rosa, Leonides Freddi.
Em Uruguaiana, cidade gaúcha que faz divisa com Paso de Los Libres, o movimento também é intenso. “Os argentinos estão vindo, estão levando produtos para consumo próprio, estando levando produtos para revender”, conta Jane Salman, que é supervisora de vendas.
Segundo dados do Banco Central, a movimentação financeira dos argentinos no Brasil nos últimos 12 meses cresceu 10% em relação ao ano passado. Para os empresários, a intenção  é conquistar os compradores para que eles retornem.

“Isso é extremamente relevante para o emprego, para a renda, para que o nosso comércio se movimente de forma mais ágil. Temos uma grande expectativa”, adianta o presidente do Sindilojas de Uruguaiana, Giancarlo Ferriche Fonseca.


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