Tudo esta parado por falta de recursos financeiro esta aberto para investidores para todos os países ... Com os Projetos EAS e possível evoluir sem destruir .
ACORDA BRASIL MUDA .
ANTES QUE SEJA TARDE DEMAIS .
ORDEM E PROGRESSO .
BRASIL NO SEU DIA A DIA .
Com os Projetos EAS e possível evoluir sem destruir o meio ambiente .
ANTES QUE SEJA TARDE DEMAIS .
ORDEM E PROGRESSO .
BRASIL NO SEU DIA A DIA .
Com os Projetos EAS e possível evoluir sem destruir o meio ambiente .
Compartilhando com todos os amigos .
FONTE DE INFORMAÇÃO
POLÍTICA
09/08/2016 17h56 - Atualizado em 09/08/2016 19h08
Renan avalia que votação do relatório de Anastasia termina ainda nesta terça
Estimativa era que sessão se encerrasse na madrugada ou manhã de quarta.
Grupo quer que sessão seja suspensa às 23h e retomada nesta quarta (10).
Fernanda Calgaro e Gustavo GarciaDo G1, em Brasília
O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), afirmou na tarde desta terça-feira (9) que, na avaliação dele, a votação no plenário do relatório que recomenda que a presidente afastada Dilma Rousseff seja levada a julgamento final no processo de impeachment deve terminar até a meia-noite. A sessão teve início por volta das 9h45 desta terça e, inicialmente, a previsão era de que se estendesse por mais de 20 horas, se encerrando na madrugada ou na manhã desta quarta (10).
Renan ponderou que diversos senadores vão encurtar o tempo a que têm direito para discursar no plenário e outros, destacou ele, podem até abrir mão de falar na tribuna no Senado.
“Se puder votar hoje, melhor. O ideal é que se vote hoje. Acho que antes de meia-noite termina”, afirmou o presidente do Senado a jornalistas.
Senadores governistas e oposicionistas, entre os quais o presidente do PSDB, Aécio Neves (MG), e o líder oposição, Lindbergh Farias (PT-RJ), chegaram a propor que a sessão fosse suspensa às 23h e retomada na manhã desta quarta (10).
O presidente do Supremo, ministro Ricardo Lewandowski, que comanda essa fase do processo de impeachment, ainda não decidiu se aceita suspender a sessão no final da noite. Com a desistência de alguns senadores para falar com o objetivo de encurtar a sessão, pode ser até que esse pedido de suspensão se torne desnecessário.
No Palácio do Planalto, a avaliação é de que a pausa nos trabalhos levaria a um atraso no cronograma final do processo de impeachment de, pelo menos, um dia.
Desistências no PMDB
Interessados em antecipar a conclusão da sessão de impeachment, parte dos senadores do PMDB decidiu abrir mão de discutir o parecer de Anastasia. Às 17h30 desta terça, oito peemedebistas ainda estavam na fila para subir à tribuna.
Interessados em antecipar a conclusão da sessão de impeachment, parte dos senadores do PMDB decidiu abrir mão de discutir o parecer de Anastasia. Às 17h30 desta terça, oito peemedebistas ainda estavam na fila para subir à tribuna.
Eunício Oliveira (CE), Valdir Raupp (RO), Rose de Freitas (ES), Garibaldi Alves (RN) e Romero Jucá não devem fazer discursos. Já Waldemir Moka (MS) e Dário Berger (SC) não devem fazer uso dos dez minutos a que têm direito.
“Nós entendemos que é melhor fazer o enfrentamento de todas as questões entrando pela madrugada do que interromper e deixar para terminar a sessão amanhã pela manhã, com todos os senadores descansados e mais dispostos ao embate”, disse a senadora Simone Tebet (MS), que já discursou no plenário a favor do julgamento de Dilma.
Contrário ao processo de impeachment, Roberto Requião (PMDB-PR), no entanto, fará discurso e deve utilizar todo o tempo permitido.
Mais cedo, nesta terça, senadores do PSDB escolheram o presidente do partido, Aécio Neves (MG), para representá-los e abriram mão de seus discursos. A bancada tucana conta com 11 parlamentares. Subiram à tribuna Aécio Neves e o relator do processo, Antonio Anastasia (MG).
Com a desistência de peemedebistas e tucanos, cerca de duas horas da fase de discursos foram economizadas.
saiba mais
- Saiba o que os senadores disseram na votação do relatório do impeachment
- Raciocínio da defesa de Dilma revela 'desprezo' pelo parlamento, diz relator
- Renan diz que não pode 'predizer' como votará no impeachment
- Lewandowski nega pedidos de aliados de Dilma para suspender processo
- Veja o roteiro para a sessão do impeachment desta terça-feira
Redução de intervalo
Lewandowski anunciou a redução do tempo de intervalo a cada quatro horas de sessão. Inicialmente, os trabalhos eram suspendidos por uma hora, conforme acordado entre o presidente do STF e líderes partidários.
Lewandowski anunciou a redução do tempo de intervalo a cada quatro horas de sessão. Inicialmente, os trabalhos eram suspendidos por uma hora, conforme acordado entre o presidente do STF e líderes partidários.
O magistrado, contudo, disse que havia consenso entre senadores para reduzir o tempo de intervalo para 20 minutos. A senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) discordou do encurtamento e defendeu intervalo de, pelo menos, 30 minutos.
“Nós senadores não somos Cinderela a ponto de não podermos trabalhar depois de meia-noite. Eu não entendo qual é a pressa”, disse a petista.
Diante da manifestação de Gleisi, Lewandowski determinou que os próximos intervalos serão de 30 minutos.
Ao suspender a sessão por volta das 18h, Lewandowski anunciou que seria o último intervalo do dia. A sessão ficou interrompida por meia hora, conforme acordo com os senadores, e foi retomada com a continuação dos discursos dos senadores.
tópicos:
veja também
-
há 7 horas
-
há 10 horas
-
há 14 horas
-
03/08/2016

Nenhum comentário:
Postar um comentário