quarta-feira, 21 de dezembro de 2016

Brasília defende o planejamento urbano a partir do envolvimento da população

ORDEM E PROGRESSO .

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G1 globo.com


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14/12/2016 10h58 - Atualizado em 14/12/2016 10h58

Brasília defende o planejamento urbano a partir do envolvimento da população

Atualmente um milhão de brasilienses vivem em terrenos não legalizados.

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Terracap 1 (Foto: Magneto Fotografia)
Ao ser inaugurada, em abril de 1960, Brasília foi apresentada ao mundo como uma capital moderna, desenhada e projetada para sediar o poder em um País com sede de desenvolvimento e de protagonismo global. Passados 56 anos, a capital federal sofre, paradoxalmente, com o desrespeito ao planejamento urbano e os efeitos diretos e indiretos que este fenômeno produz.
O planejamento é absolutamente necessário para que a ocupação do território se dê de forma controlada, a partir da consideração das necessidades sociais, ambientais e estruturais da população. As invasões e a grilagem de terras públicas são as grandes inimigas do planejamento urbano no Distrito Federal, e provocam um impacto negativo na qualidade dos serviços públicos e na vida da população.
Em suas seis décadas de vida, Brasília teve o território ocupado – a chamada “mancha urbana” – aumentado em 15 vezes. Nenhuma outra cidade brasileira cresceu em ritmo igual. Apenas entre os anos 90 e 2000 o adensamento populacional duplicou. E com ele vieram as demandas sociais por serviços e infraestrutura. Cidades inteiras foram criadas por ação do governo local, como Samambaia, Recanto das Emas e São Sebastião. Mas concorreu para esta explosão populacional, também, o avanço das invasões e a ocupação ilegal de terras públicas, que geraram novos movimentos de pressão por regularização por parte do Estado.
Terracap 2 (Foto: Magneto Fotografia)
As áreas passíveis de regularização em Brasília, por interesses específico ou social, só estarão totalmente adequadas a partir do momento em que a infraestrutura seja implantada. Isso significa implantar drenagem de águas pluviais, esgotamento sanitário, asfalto, calçamento, rede elétrica e uma série de outros itens relacionados à cidadania, como postos de saúde, escolas ou abrigos de ônibus, por exemplo. Obras muito mais difíceis e caras, quando não impossíveis de se implantar, caso não sejam feitas antes das obras de particulares.
A estimativa é que cerca de 1 milhão de pessoas vivam em terrenos ilegais no DF, o equivalente a um terço da população. O que se deve, em grande parte, ao que as autoridades locais classificam como “cultura da invasão”. Embora combatida pelos órgãos públicos de fiscalização, esta cultura se alimenta principalmente da desinformação. E as maiores vítimas são os próprios moradores destas localidades. Eles sofrem com problemas do dia a dia, como congestionamento, falta de transporte publico, acúmulo de lixo e outros.
Desinformação se combate com informação relevante. Para engajar as pessoas na causa do planejamento urbano, a Terracap (Agencia de Desenvolvimento do DF) decidiu mostrar como nossas escolhas definem a Brasília em que vivemos. Escolhas estas que se referem a comprar ou não um terreno ilegal. Este é o raciocínio que embasa a nova campanha publicitária da Terracap, que mostra as diferenças no cotidiano de uma mesma família vivendo duas situações distintas: em um lote legalizado, e em um não legalizado.
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