quinta-feira, 17 de maio de 2018

Ex-governador de MT, sete deputados e mais 50 são denunciados por esquema de fraude no Detran

ORDEM E PROGRESSO .

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Marco Antonio Marques .
Bom dia amigos .

Estamos começando de 2018  com esperanças renovadas .
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Fonte de informação .

G1 globo.com

MATO GROSSO 

Ex-governador de MT, sete deputados e mais 50 são denunciados por esquema de fraude no Detran

Além de Silval Barbosa (MDB), foram denunciados o presidente da ALMT e seis deputados da atual legislatura. Segundo o MP, eles estão envolvidos no esquema que desviou cerca de R$ 30 milhões do Detran.

Por G1 MT
 
Silval Barbosa é um dos denunciados (Foto: Lislaine dos Anjos/G1)Silval Barbosa é um dos denunciados (Foto: Lislaine dos Anjos/G1)
Silval Barbosa é um dos denunciados (Foto: Lislaine dos Anjos/G1)
O ex-governador de Mato Grosso Silval Barbosa (MDB), sete deputados estaduais e mais 50 pessoas foram denunciados pelo Ministério Público (MP-MT). Eles são suspeitos de participação em um esquema fraudulento que teria desviado cerca de R$ 30 milhões do Departamento Estadual de Trânsito (Detran-MT).
G1 tenta contato com a defesa dos denunciados.
O desvio é investigado na Operação Bereré, deflagrada em fevereiro deste ano. A organização teria fraudado uma licitação e abriu uma empresa fantasma para acobertar o esquema, segundo a denúncia.

Além de Silval, foram denunciados:

  • José Eduardo Botelho (PSB), presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT);
  • Mauro Savi (PSB), deputado estadual;
  • José Domingos Fraga (PSD), deputado estadual;
  • Wilson Santos (PSDB), deputado estadual;
  • Baiano Filho (PSDB), deputado estadual;
  • Ondanir Bortolini (PSD), deputado estadual;
  • Romoaldo Júnior (PMDB); deputado estadual;
  • Pedro Henry; ex-deputado federal;
  • Paulo Taques; ex-chefe da Casa Civil
  • Silvio César Côrrea, ex-chefe de gabinete de Silval Barbosa
De acordo com o MP, os denunciados devem responder, entre outros, por crimes de corrupção passiva e ativa, lavagem de dinheiro. Confira aqui a lista completa dos denunciados.
Neste mês, o deputado Mauro Savi foi preso durante a segunda fase da operação, chamada de Bônus.
Além de Savi, foram presos Paulo e Pedro Jorge Taques, primos do governador Pedro Taques (PSDB), e os empresários Roque Anildo Reinheimer, Claudemir Pereira dos Santos, vulgo 'Grilo', e José Kobori.
De acordo com o MP, o esquema começou a vigorar em 2009, quando o ex-presidente do Detran-MT, Teodoro Lopes, o Dóia, assumiu o cargo no órgão, sob a indicação de Mauro Savi.
Deputado estadual Mauro Savi (à esquerda) e o ex-chefe da Casa Civil, Paulo César Zamar Taques (à direita) que é primo do governador de Mato Grosso, foram presos na Operação Bônus (Foto: Karen Malagoli/ALMT/Mayke Toscano/Secom-MT)Deputado estadual Mauro Savi (à esquerda) e o ex-chefe da Casa Civil, Paulo César Zamar Taques (à direita) que é primo do governador de Mato Grosso, foram presos na Operação Bônus (Foto: Karen Malagoli/ALMT/Mayke Toscano/Secom-MT)
Deputado estadual Mauro Savi (à esquerda) e o ex-chefe da Casa Civil, Paulo César Zamar Taques (à direita) que é primo do governador de Mato Grosso, foram presos na Operação Bônus (Foto: Karen Malagoli/ALMT/Mayke Toscano/Secom-MT)
Ele fez acordo de delação premiada com o MP. Segundo Dóia, o esquema começou na gestão de Silval.
De acordo com o depoimento dele, os investigados se organizaram, "a fim de garantir a continuidade do contrato, formando uma rede proteção em troca do recebimento de vantagens pecuniárias".
Ao todo, 30% do valor recebido pelas empresa vencedora do contrato era repassado ao integrantes da quadrilha.

Investigação

A operação Bônus é resultado da análise dos documentos apreendidos na primeira fase da Bereré, dos depoimentos prestados no inquérito policial e colaborações premiadas.
A primeira fase da Operação Bereré aconteceu em fevereiro deste ano e investigava um esquema que desviou dinheiro do Detran, com o apoio de políticos, por meio de empresas de fachada.
Em nota, o governo diz que o contrato com a empresa EIG Mercados Ltda (antiga FDL), por meio da qual teriam sido desviados recursos públicos do Detran, foi rompido após a primeira fase da operação, em fevereiro, e que "tomou todas as medidas administrativas necessárias para evitar prejuízo ao erário".
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