sexta-feira, 18 de maio de 2018

Partidos antissistema da Itália assinam acordo para governo de coalizão

ORDEM E PROGRESSO .

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ACORDA BRASIL MUDA .
ANTES QUE SEJA TARDE DEMAIS .

Marco Antonio Marques .
Bom dia amigos .

Estamos começando de 2018  com esperanças renovadas .
Amigos intendam por favor o que eu estou oferecendo a todos os países .
Ideias inovadoras e sustentáveis para os setor elétrico mundial sem precisar de represas para gerar muita energia elétrica com total preservação do meio ambiente com zero impacto ambiental basta ter um pouco de água .

Fonte de informação .

G1 globo.com

MUNDO

Partidos antissistema da Itália assinam acordo para governo de coalizão

'Contrato' ainda precisa ser aprovado pelos membros das legendas em votações a serem concluídas até domingo.

Por Reuters
 
Líder do Movimento 5 Estrelas, Luigi Di Maio, vota em Pomigliano d'Arco, perto de Nápoles  (Foto: Ciro De Luca/Reuters)Líder do Movimento 5 Estrelas, Luigi Di Maio, vota em Pomigliano d'Arco, perto de Nápoles  (Foto: Ciro De Luca/Reuters)
Líder do Movimento 5 Estrelas, Luigi Di Maio, vota em Pomigliano d'Arco, perto de Nápoles (Foto: Ciro De Luca/Reuters)
Dois partidos antissistema da Itália assinaram um acordo para formar um governo de coalizão, prometendo aumentar os gastos públicos e colocando o país em rota de colisão com a União Europeia, apesar de terem suavizado algumas de suas propostas mais radicais.
O "contrato" entre a Liga e o Movimento 5 Estrelas, os dois partidos que obtiveram mais assentos parlamentares nas eleições de 4 de março, ainda precisa ser aprovado pelos membros das legendas em votações a serem concluídas até domingo.
O documento, assinado após dois meses de impasse político na terceira maior economia da zona do euro devido ao resultado inconclusivo da eleição, pede cortes de bilhões de euros em impostos, maiores gastos em assistência social para os pobres e um recuo em reformas previdenciárias.
O acordo final deixou de fora uma proposta que representaria o desafio mais direto às regras fiscais da União Europeia, e buscou assegurar aos investidores que o plano de governo não inclui quaisquer planos para abandonar o euro.
Um rascunho anterior do acordo, visto pela Reuters, pedia que a UE criasse espaço fiscal para a Itália ajustando a fórmula usada para calcular o ônus da dívida do país, que as regras do bloco dizem que deve ser reduzida.
     
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