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G1 globo.com
Prefeitura de SP atrasa entrega de material para medição de glicemia, dizem pacientes com diabetes
Novo aparelho fornecido pelo município só funciona com tiras de coleta do sangue que estão em falta nas unidades de saúde. Usuários também reclamam que medidor é impreciso. Prefeitura afirma que vai normalizar entrega e que troca unidades defeituosas.
Por Filipe Gonçalves, Bom Dia SP
Paulistanos que têm diabetes e dependem da Prefeitura para tratamento têm reclamado da falta de material para a medição da glicemia fornecidas nas unidades de saúde, essenciais para o controle da doença. Pacientes entrevistados pela reportagem denunciam também a imprecisão dos aparelhos fornecidos.
A Prefeitura trocou a empresa que fornece o aparelho de medição da glicemia para os diabéticos no fim de 2017, na gestão João Doria (PSDB), após dez anos de contrato com a fornecedora anterior. Agora, eles são fabricados por uma empresa ligada ao governo de Goiás.
As tiras em que o sangue é coletado para medir a glicemia também mudaram, e são exclusivas do novo aparelho. São essas fitas, porém, que os pacientes não têm encontrado.
"Aqui na UBS [Jardim] São Bento já tá com um mês que a gente tá sem fita", diz a diarista Vanda Maria da Silva, que descobriu a doença há três anos. "E não tem como comprar, porque esse aparelho que a Prefeitura tá dando agora eles não têm pra vender [em farmácias]. É só exclusividade pro posto de saúde. A gente fica à mercê, sem as fitas pra medir."
A reportagem confirmou a falta das tiras na unidade, na Zona Sul de São Paulo. A produção do Bom Dia SP ligou para outras duas unidades de saúde, na Zona Leste. Sem saber que estavam sendo gravadas, as funcionárias confirmaram que deixaram de entregar o material.
Desde o fim do contrato anterior, a Prefeitura já comprou lotes das tiras quatro vezes, a última delas no início de maio. O poder municipal já iniciou o processo de licitação para um novo contrato.
"Foram trocados os aparelhos e informado que jamais ia faltar as tiras. E dois, três meses [depois] já não existem as tiras nas UBSs para os pacientes diabéticos pra medir sua glicemia". Afirma o telespectador Cristiano, morador da Zona Oeste, que mandou um vídeo ao Bom Dia SPdenunciando a situação.
Como o aparelho atual não é vendido no mercado, é impossível encontrar o material nas farmácias.
Medições imprecisas
Além da falta de tiras, os pacientes também afirmam notar que os aparelhos fornecidos pela Prefeitura aparentam ter problemas nas medições. É o caso de Jacqueline dos Reis, cuja filha tem diabetes.
"[A medição] deu 40, só que ela não tava com sintomas que tava com hipoglicemia", conta a dona de casa. "Quando eu fui preparar alguma coisa pra ela tomar, falei 'vou medir no outro [aparelho] pra ter certeza absoluta'. Quando eu fui medir no outro já deu 280. Se eu tivesse dado o suco que eu tinha preparado, ela teria passado mal."
O problema também foi relatado por Vanda Maria da Silva: "Eu fiz uma comparação esses dias. O meu aparelho que eu tenho em casa deu 240. O aparelho da Prefeitura, que é esse aqui, o azulzinho, ele deu H-I, que quer dizer 'acima de 600'".
Outro lado
A Secretaria Municipal da Saúde de São Paulo disse na segunda-feira (14) que dispunha de cerca de 3 milhões de reagentes em 394 unidades de saúde. Afirmou também que o processo de compra de outras 24 milhões de tiras já foi realizado, e a previsão é que o insumo chegue no almoxarifado central nesta quarta-feira (16) - nas unidades, a situação deve estar normalizada até o fim da semana.
Sobre a imprecisão dos aparelhos relatada pelos usuários, a secretaria disse que os aparelhos estão em conformidade com os padrões de qualidade da Prefeitura e que, quando os usuários relatam problemas, os aparelhos são recolhidos - e, se constatado o defeito, substituídos.
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