ORDEM E PROGRESSO .
ACORDA BRASIL MUDA .
ANTES QUE SEJA TARDE DEMAIS .
Marco Antonio Marques .
Bom dia amigos .
Estamos começando de 2018 com esperanças renovadas .
Amigos intendam por favor o que eu estou oferecendo a todos os países .
Ideias inovadoras e sustentáveis para os setor elétrico mundial sem precisar de represas para gerar muita energia elétrica com total preservação do meio ambiente com zero impacto ambiental basta ter um pouco de água .
Fonte de informação .ACORDA BRASIL MUDA .
G1 globo.com
BC da Argentina consegue renovar dívida que venceria nesta terça
Além de conseguir adiar vencimento de dívida equivalente a US$ 27 bilhões, o governo ainda emitiu um novo débito de US$ 200 milhões.
Por Karina Trevizan e Marina Gazzoni, G1
O Banco Central da Argentina conseguiu renovar o total de uma dívida que vencia nesta terça-feira (15) e ainda emitiu mais títulos de dívida, em um sinal comemorado pelo governo como um “voto de confiança” do mercado na economia do país.
O valor da dívida que venceria nesta terça era de 671 bilhões de pesos argentinos (o equivalente a cerca de US$ 27 bilhões). Pela manhã, o BC recomprou parte dessa dívida, em uma operação que reduziu o débito a 616 bilhões de pesos (ou cerca de US$ 15 bilhões). No final do dia, conseguiu renovar 100% desse valor, dividindo em montantes com vencimentos entre 36 e 154 dias.
Além disso, o BC fez uma emissão de mais 5 bilhões de pesos em uma nova dívida, o equivalente a aproximadamente US$ 200 milhões.
Na prática, o BC conseguiu trocar uma dívida que venceria nesta terça por várias com vencimento entre 36 e 154 dias. Os investidores serão remunerados com taxas de juros de 38% a 40%.
A preocupação do governo era de que, em meio às incertezas em relação à economia do país, os investidores não aceitassem a renovação dos investimentos em peso em forma de letras do Banco Central (Lebacs) e, no lugar disso, optassem por operações em dólar. Isso faria o valor da moeda dos Estados Unidos disparar ainda mais sobre o peso, que vive um momento de forte desvalorização.
Impasse financeiro
Pouco mais de dois anos depois de encerrar a disputa com os chamados “fundos abutres”, a Argentina se vê agora diante de um novo impasse financeiro. Com sua moeda despencando, o país subiu a taxa de juros ao maior patamar do mundo, consumiu boa parte de suas reservas em dólares, buscou ajuda do Fundo Monetário Internacional (FMI) e agora tenta buscar a confiança de investidores para evitar uma nova corrida cambial.
O custo desse acúmulo de problemas acaba pesando diretamente no bolso dos argentinos. A expectativa é de disparada de inflação,superando as projeções iniciais. Além disso, o crescimento da economia do país neste ano deve ser menor que o previsto. O ministro da Fazenda, Nicolás Dujovne, admitiu que "a Argentina terá mais inflação e menos crescimento num curto prazo".
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